quinta-feira, 28 de junho de 2012

Apartamento para alugar em Orlando

        Há uns meses eu recebi um comentário no blog da Leila, uma médica carioca interessada em adquirir um imóvel em Orlando. No comentário ela me perguntava algumas coisas sobre a cidade, imóveis para alugar e outras coisas mais. Acabamos mantendo contato por um tempo. Através da Leila eu conheci uma corretora de imóveis brasileira em Orlando, a Elizabete, uma graça de pessoa. Email vai, email vem e a Leila continuou na sua busca pelo imóvel ideal em Orlando.
        A Leila é uma pessoa determinada, estudiosa, questionadora, quase impossível de ser enganada. Ela pesquisou, varreu a internet atrás de informações e por final, achou imóveis que tinham potencial de investimento. Apartamentos  que serviriam de fonte de renda para locação e também para férias da sua família.
       O primeiro apartamento que ela encontrou, pediu que eu acompanhasse a Elizabete e desse minha opinião, com olhos de “designer” sobre o local. Infelizmente o primeiro apartamento não era nada daquilo que aparecia nas fotos do site. O lugar estava caindo aos pedaços, tinha uma planta modificada com banheiro abrindo a porta para dentro da cozinha. Quase nenhum dos móveis poderiam ser aproveitados. O imóvel tinha gente morando e gente “porca”. Meu conselho foi, se quiser comprar, 20 mil dólares seriam necessários para deixar o apartamento apresentável para locação.
        A Leila ficou decepcionadíssima, mas não desistiu. Encontrou outros e lá fomos nós novamente inspecionar o apartamento. Dessa vez, o segundo apartamento realmente estava em boas condições. Extremamente bem cuidado, limpíssimo e com a planta original. Conhecemos os donos (americanos exemplares), que nos olhavam nos olhos e respondiam qualquer pergunta. Os proprietários nos deixaram fotografar o lugar e a Leila decidiu por efetuar a compra.
O processo todo eu nem tenho a habilidade de descrever. Segundo a Leila, mais de 600 emails foram trocados entre ela e a corretora. Mês passado a Leila veio a Orlando para assinar o contrato e acabamos nos conhecendo. Assim como a Rita e o Paulo (pessoas do bem!), que têm a casa anunciada aqui no blog, a Leila pediu-me se poderia anunciar sua casa. É claro que eu disse que sim.
         Por conhecer a Leila e o apartamento, eu posso recomendá-lo com toda tranquilidade. O apartamento fica em Kissimmee, a cidade da “Disney” no condomínio Windsor Hills a 15 minutos do Magic Kingdom. O condomínio tem piscina gi-gan-tes-ca, salas de jogos, playground, academia, cinemas, loja de conveniência e muitas outras instalações. Você pode ver o condomínio aqui http://www.windsorhillsmaster.com 
            O condomínio é seguro, tem portaria 24 horas e ninguém entra sem identificação.
         O apartamento da Leila tem 2 quartos (hospeda até 6 pessoas), dois banheiros, sala de estar/jantar com abertura para a cozinha. A cozinha é equipada, tem fogão elétrico, microondas, lava louças, geladeira e tudo em perfeito estado de funcionamento e conservação! O apartamento é muito limpo e cheira bem (o que pra mim é essencial, visto que sou um sniffer (cheirador), eu cheiro tudo!!). O apartamento tem também máquina de lavar, secadora e ar condicionado (o que é fundamental na Flórida).
       Os interessados em alugar o apartamento, podem entrar em contato diretamente com a Leila pelo email para maiores informações. Só não esqueça de mencionar que você leu sobre o imóvel no blog do Renato ok?
Email da Leila:  2sistersdisneycondo@gmail.com 
O site do apartamento é esse: http://www.2sistersdisneycondo.com/#!INICIO/c9nd

Seguem as fotos do imóvel:










 



 
 


 
 
 

 
 
 

Agora algumas fotos do condomínio











sexta-feira, 15 de junho de 2012

Lavanderia Self-Service



            Quando o Robert e Louise compraram suas máquinas novas ficamos sem máquina de lavar e secadora por 6 dias. Incrível como acumula roupa em pouco tempo. Minhas roupas eram poucas, mas Louise e Robert encheram um cesto cada um. Por isso resolvemos que iríamos na lavanderia Self Service. Eu fiquei animado, porque essas lavanderias eu só tinha visto em filmes enquanto ainda morava no Brasil. Foi uma experiência interessante. Em primeiro lugar, o "povo" que frequenta pertece à classe média e baixa. Mas porque alguém usaria uma lavanderia comunitária? Por vários, motivos. Em alguns apartamentos aqui não há lavanderia dentro do apartamento, embora em 99% dos casos há lavanderia comum para os moradores. Duas ou três máquinas fazem o serviço de muitas pessoas. No prédio onde o Robert trabalha, existe uma máquina de lavar e uma de secar comunitária por andar. Alguns prédios, no entanto, têm no basement (porão) ou na garagem, a lavanderia.


            Alguns são pobres e se a máquina de lavar que tem em casa quebrou e eles não têm dinheiro para consertar ou comprar uma nova, frequentam a lavanderia comunitária. Outros vivem (meu Deus, acabei de digitar livem live+vivem) no centro, em apartamentos minúsculos sem lavanderia. Até mesmo turistas em hotéis usam o serviço.
            O fato é que estas lavanderias são comuns em todas as cidades dos EUA e muito frequentadas. Muitas hoje tem bar, TV à cabo, internet, revistas, livros e muitas coisas mais para a pessoa usar enquanto espera pela lavagem e secagem das roupas. Algumas têm mesas para estudo e leitura.


Essa tem café, petiscos e mesas, como um
barzinho
            As pessoas geralmente conversam umas com as outras, outras não falam com absolutamente ninguém. Vê-se também algumas coisas bizarras como cueca cor de laranja ou calcinha amarela, pra não contar outras coisas. As lavanderias, geralmente têm circuito interno de câmeras de segurança em caso de alguém tentar roubar ou danificar as máquinas. Elas funcionam com moedas. Eu paguei 60 cents para rodar uma lavagem na máquina de lavar e me deu direito a secar. As máquinas são grandes então cabem até 20kg de roupa de uma só vez.

Tem gente de todo o tipo...
Se vc não sabe, essa do meio aí é Miley Cyrus

            Como já falei aqui que sou obssessivo compulsivo por limpeza, claro que cheirei a máquina de lavar antes de colocar a minha roupa lá dentro. Eu hein, imagina se está cheirando (...) eu que não lavaria minha roupa alí! Mas estava bem cheirosa. Você tem que trazer o seu próprio detergente e amaciante. Uma vez secas, se você quiser pode passar, mas tem que pagar extra. Geralmente as roupas já saem sem rugas então dá pra dobrar nas mesas disponíveis. Há também o serviço de "dry cleaning" que você pode deixar a roupa e vir buscar depois. Mas não é em todas que o serviço é disponível. Na que fomos tinha também alguns atendentes embora o Robert me disse, que algumas não tem absolutamente ninguém. Você entra, coloca a moeda, lava, seca e sai. A porta fica aberta 24 hs por dia e uma empresa entra para limpar o lugar todos os dias. Perguntei "e ninguém rouba as máquinas ou vandaliza o lugar?" ele respondeu "já houve casos, mas as câmeras servem para isso. Em pouco tempo o vândalo son of a bitch é pêgo.

Uhummmmm That's what I'm talking about...
            Fiquei pensando quem seria estúpido o bastante para vandalizar uma lavanderia depois me dei conta de que gente estúpida nesse mundo é o que não falta, portanto é melhor previnir.
            Se você quiser saber mais da história das lavanderias self-service, que podem se chamar também "laundromat" ou "coin laundry" pode visitar este site aqui que tem bastante informação interessante.

              E agora, para você, querido leitor, algumas fotos de Laundromats do passado e de hoje também! Enjoy!!

Anos 40 provavelmente

Antiga Laundromat falida.


Anos 60
Esquecida  no tempo

As Laundromats de hoje...









segunda-feira, 11 de junho de 2012

Estudar Inglês nos EUA



            Em 1994 quando eu viajei aos EUA para estudar inglês muitas coisas interessantes aconteceram que me fizeram amadurecer em muitos pontos. Em primeiro lugar eu nunca havia saído do país. Era minha primeira viagem internacional e o objetivo era o de estudar inglês. Naquela época, eu não tinha computador, nem mesmo internet. Portanto a pesquisa tinha que ser feita em papel mesmo ou perguntando por todo lugar. Visitei muitas feiras de estudantes internacionais em São Paulo e coletei muitos panfletos de várias escolas. Na época em tinha 23 anos e não sabia nada do assunto, portanto, resolvi contratar uma agência para fazer a transação toda para mim. A agência que eu escolhi foi a STB de São Paulo. Na época o dólar custava menos que um real (não me lembro a moeda da época, pois trocamos tantas vezes não é mesmo?). Assim, a viagem toda não ficaria muito caro.
            A única coisa que eu possuía na época era um fusca 86 e assim que decidi fazer a viagem sabia que teria que vendê-lo, já que meu pai, quem me financiava na época da faculdade, foi totalmente contra meu projeto. Mas eu fui adiante. Contatei a agência, paguei as primeiras prestações e recebi (via fax) a confirmação da escola e da casa de família. O próximo passo seria tirar o visto de estudante.


Casa que eu fiquei 6 semanas. 34 Cook Street - Charleston MA
Olhe no Google Maps!
            Escolher uma casa de família é essencial para adquirir fluência na língua. De cara, a moça da agência me desencorajou a escolher lugares onde haviam muitos brasileiros ou mesmo onde o inglês não era muito falado, como por exemplo, Miami ou Orlando. A cidade que eu escolhi foi Boston em Massachusets. A casa de família ficava em Charleston, uma pequena cidade colada em Boston, do outro lado do Rio.
            Visto em mãos (dois dias antes da viagem!), passagem comprada, agora só faltava embarcar. Senti muito medo de viajar sozinho na época, mas tive que enfrentar meus medos e inseguranças. Comecei a estudar mais inglês (sozinho) antes de viajar. Claro, não queria pagar muitos micos, não é verdade?
            No dia de viajar, São Pedro mandou um dilúvio para São Paulo só para frustrar todos os meus planos e com a marginal totalmente alagada e mesmo saindo de casa às 5 da tarde para pegar o avião às 10 da noite, só chegamos no aeroporto às 11 e eu havia perdido o vôo. Senti um enjôo e dor de estômago ao mesmo tempo. A funcionária da Varig me colocou em um vôo com escala no Rio que sairia a meia noite e nessa eu fui. Quase desisti...

Minha Host Family na de baixo Jack (pai), Barbara
e Dany
Desculpe, na época não havia máquina digital e essas
fotos foram escaneadas há mais de 10 anos...
            Daí pra frente tudo o que podia dar errado deu. O funcionário da imigração revirou toda a minha mala e eu não conseguia colocar tudo de volta. Cheguei atrasado em Nova Iorque, me perdi no imenso aeroporto JFK (peguei o ônibus errado dentro do próprio aeroporto), perdi também o vôo da American Airlines. Uma vez no guichê da American Airlines fiquei admirado com a beleza das afro-americanas com suas perucas, cílios e unhas postiças, etc. A funcionária me perguntou se eu poderia viajar naquele exato momento e eu disse que sim. Ela então pegou rádio e disse algo que eu não pude entender. Em segundos um funcionário veio me escoltar. Passei por partes do aeroporto que nunca pensei que entraria e chegamos de frente à pista. O pequeno avião me aguardava e eu entrei em um daqueles carrinhos que carrega container na pequena cabine com o motorista eu tive que ficar em pé. Tudo congelado, temperatura de -16 C o carrinho foi deslizando e derrapando no piso até que cheguei ao avião. Foram 5 minutos dentro de um freezer. O avião abriu a porta  e eu entrei. Ficamos esperando por mais de meia hora enquanto funcionários descongelavam as asas do avião. Afff...
            É claro que cheguei em Boston 2 horas depois que a minha host mother foi me buscar. Peguei o telefone e liguei para a casa e disse que eu era o Renato, estudante brasileiro. Jack, o marido me disse para aguardar que ela viria me buscar novamente. Foi só o que entendi em 5 minutos de conversa.
            No Brasil, a STB me disse para fazer um cartaz com o nome da escola L.I.F.E language Institure For English e lá estava eu segurando o cartaz. O pior é que inúmeras pessoas me encaravam e vinham me perguntar qual era o meu problema ou a minha causa. Imagine você segurando um cartz escrito LIFE no aeroporto. Um homem até mesmo me perguntou "Você está morrendo ou o quê??" Mico total...
            Barbara chegou e me levou pra casa falando o tempo todo dentro do carro coisas que eu não entendi. Os próximos 45 dias foram uma aventura após outra. Aprender a pegar ônibus, metrô, assistir aula, fazer lições, conversar com a família todos os dias, etc. No café da manhã Bárbara preparava muitas coisas e eu não conseguia comer nada. Um dia ela me disse "Apresse-se ou você vai perder o ônibus das 8:03" Eu pensei que ela estava brincando porque pensei "8:03? Esse ônibus vai aparecer lá para as 8:10" Para minha surpresa, há 100 metros do ponto de ônibus, vejo meu ônibus chegar e sair (não consegui correr por causa da neve). Quando olhei no meu relógio, que horas acha que era? 8:03 em ponto. Tive que esperar mais dez minutos em um frio de lascar pelo próximo ônibus.

Em uma casa de família você ajuda em muitas coisas como "chavelling"
Tirar neve da calçada
            As semanas se passaram e eu fui acostumando com tudo. Preferi fazer amizade com pessoas de outras nações para aprender inglês. Todos os dias eu via os alunos brasileiros da escola só falando em português por todo lado. Eles só falavam inglês dentro da sala de aula e eu pensei que então, para eles, era como fazer inglês no Brasil. Um dia somente saí com eles e todos me pediam para servir de tradutor. Não falavam quase nada, isso já depois de quase um mês de curso. Detalhe também é que todos eles optaram por ficar em alojamentos em vez de casas de família americana. Primeiro erro.
            Segundo erro foi que só se associavam com brasileiros então não treinavam muito o inglês. Terceiro erro, nunca faziam as lições e trabalhos. O curso todo para eles era como férias nos EUA, acredito eu. Por isso a maioria voltou quase da mesma maneira que veio...falando quase nada.
            Hoje acredito que seja ainda pior. Chegando no alojamento ou em casa, os alunos ficam no Facebook, Msn, Skype, Orkut só praticando o "português" em vez de aproveitar a oportunidade de aprender e adquirir fluência na língua inglesa. Assim não há inglês que decole, me desculpe.
            Um dia na sala de aula, uma coreana me perguntou porque os brasileiros eram tão mau educados e não se importavam com os outros. Fiquei chocado e perguntei por que. Ela me disse que no alojamento dela havia um grupo de 30 brasileiros. De noite eles saíam para bares e voltavam ao alojamento de madrugada. Entravam no alojamento cantando alto, em coro, acordando a todos. Conversando com um deles ele achou o máximo me contando como entraram às 4 da manhã no alojamento, todos cantando Legião Urbana em coro para que todos acordassem. L Me desculpei com a coreana e disse que nem todos os brasileiros eram assim, que os rapazes eram jovens e imaturos. Ela, é claro, me disse que educação vem dos pais...

Boston é uma cidade incrível

Dia da formatura

            Hoje ainda lembro com saudades daqueles 45 dias. Foi uma experiência magnífica que crise econômica nenhuma poderá tirar de mim, ao contrário de bens materiais. Entende?
            Muitas pessoas vêm aos EUA estudar inglês atualmente e eu recebo, pelo menos, 10 emails por semana com pessoas perguntando sobre cursos de inglês em Orlando. Então a minha dica é a seguinte:

- Não venha para Orlando ou Miami. Se escolher a Flórida, vá mais para o norte onde as pessoas realmente falam inglês. Um amigo meu que foi a Miami me disse que mudaram Havana para Miami. No norte do país, ou mesmo na Caifórnia, a pessoa aprenderá muito mais. E as coisas são muito mais bem organizadas que na Flórida.

- Se mesmo assim quiser vir a Orlando, escolha uma boa escola. Escola baratinha vai ter 90% de portoriquenhos na sala de aula falando espanhol a todo momento. Se seu objetivo é aprender espanhol, é o lugar perfeito. Uma boa escola é a universidade UCF, a Seminole Community college ou a Valência community college. Se decidir depois fazer um curso superior lá nem TOEFL é preciso. Com o próprio certificado do curso você aplica para a faculdade. A própria escola atualiza o status do seu visto e nem voltar para o Brasil você precisa. Alguns têm feito isso em vez de ir por todo o processo de aplicar para uma faculdade americana do Brasil que é bem complicado e cansativo.

- Associe-se com americanos, nunca perca a oportunidade de falar inglês com quem quer que seja.

- Fique em uma casa de família americana. No google você encontra inúmeras "Host families". Saia com eles, passeie com eles.

- Tente anular o português da sua mente. Evite facebook, Msn, Skype, orkut e o diabo a 4. No supermercado resita ao impulso de contar em português, conte sempre em inglês, mesmo no pensamento. Ao fazer listas, procure os nomes em inglês e faça a lista em inglês. Eu vejo vários brasileiros no supermercado com lista em português.

- Não perca nenhuma aula, faça todas as lições e trabalhos. Na sala de aula, evite ficar calado o tempo todo. Fale, responda, participe!

- Assista bastante TV (mesmo antes de vir!) só com canais americanos. Sempre pergunte o que significa isso ou aquilo.

- Fuja dos brasileiros. É verdade que uma parcela aqui nos EUA veio com a cara e a coragem e não hesitam em te pedir isso ou aquilo. Uma mulher que eu conheci outro dia, conversamos bastante, no dia seguinte ela me liga pedindo meu carro emprestado e contou um monte de problemas! Mas na verdade, eu digo fuja para você treinar mais o inglês e não falar português. Nem sequer pensar em português.

            A primeira vez que você sonhar em inglês ou a primeira vez que se pegar "pensando" em inglês, seu cérebro rompeu a barreira para aprender a primeira língua estrangeira e a partir daí tudo fica mais fácil. Até mesmo aprender uma terceira ou quarta língua estrangeira!!

Ilha de Martha's Vineyards

Cape Code com amigos por um final de semana.

Quando o World Trade Center ainda existia.

Dentro do WTC havia bancos que vc podia olhar a espetacular
vista a mais de 300 metros de altura.

No terraço do World Trade Center. 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Lavando Carro à Domicílio


               Estava eu esperando minha amiga Gina em frente a sua casa quando uma van estacionou em frente a meu carro. Um homem sai da van e começa a lavar um dos carros que estavam estacionados no "parkway" (Cimentado em frente à garagem). O homem acoplou a mangueira no registro de água da casa e começou o trabalho. Em 15 minutos o carro estava lavado e o homem entrou na van e se mandou.




               Perguntando para a Gina do que se tratava, ela me disse: "Ah, é o Mobile Car wash que o Steve contrata. Eles lavam o carro uma vez por semana e mandam a fatura pelo correio" Eu perguntei "e por dentro?" Ela me disse que por dentro, o Steve só limpa uma vez por mês. Na data de limpar por dentro o fulando toca a campainha e o Steve abre o carro pra ele. Quer mais comodidade? Vc sai do carro imundo, entra em casa e como que num passe de mágica, ao sair, encontra seu carro limpinho. Só que a mágica custa. Por volta de 15 dólares para um carro pequeno e 20 para carros maiores, SUVs e caminhonetes.


http://mymobilecarwash.com/


               Quando eu for um designer famoso e não tiver tempo nem falta de dinheiro, claro que vou contratar o serviço de limpeza à domicílio. Não que o dinheiro traga felicidade, mas traz muitas conveniências, não acha??
:P



Veja o vídeo!


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