domingo, 20 de maio de 2018

Viver em Orlando


        Esse ano completa nove anos que eu mudei para Orlando. Em apenas nove anos eu progredi em muitos aspectos, coisa que não consegui no Brasil em 39. Mesmo com duas faculdades, bom emprego, casa própria etc, parecia que no Brasil eu patinava. O salário aumentava mas o custo de vida subia mais rápido. Eu fazia cursos, conseguia melhores empregos mas o dinheiro sempre era contado. Era tanta coisa pra pagar e tudo tão caro que um dia eu vi que, a menos que eu virasse empresário, a vida de assalariado não me levaria muito longe da maneira com que eu progredia em São Paulo. Não é à toa que o Brasil é o número 79 no Índice de Desenvolvimento Humano, estando atrás até mesmo de países menos desenvolvidos como Chile, Argentina e Uruguai e Venezuela. O Brasil está até mesmo atrás de Cuba!


  
           O índice de desenvolvimento humano mede o potencial de desenvolvimento que um indivíduo pode conseguir em um determinado país. Quanto mais baixo, mais chances e oportunidades um indivíduo tem de prosperar e adquirir melhor qualidade de vida para si e sua família. E não estamos falando somente de aspectos materiais, mas também de saúde e educação. Quanto mais alto, mais dificuldade alguém encontra, no seu país, de prosperar e adquirir qualidade de vida, saúde e eduação. Pois bem, há 78 países na frente do Brasil. Não admira a dificuldade em prosperar ou se desenvolver no Brasil. 

           Dia 24 de Dezembro de 2009 eu cheguei no aeroporto internacional de Orlando com muitos sonhos e a minha vida inteira, tudo que era importante, dentro de 3 malas. Duas delas eram roupas, a outra, fotografias, Cds, livros e objetos de valor sentimental. Foi um tiro no escuro. Eu não tinha a menor ideia do que ia acontecer comigo. Mesmo assim, estava decidido a dar o melhor de mim para tentar a vida em outro lugar. 

            O brasileiro não tem ideia da capacidade que tem. Passamos por tantas no Brasil (apagão é um exemplo) que adquirimos qualidades, jogo de cintura, garra e outras coisas que quem vive em um lugar calmo, quase sem muitos problemas sérios, não teve a oportunidade de solucionar problemas pelos quais passamos. Mesmo assim, uma preparação, estudo, planejamento e cautela sempre são necessários. Eu vejo as pessoas fazendo perguntas em sites de comunidades brasileiras nos EUA e fico até um pouco indignado. Perguntas como: "Quero morar nos EUA, como eu faço?" Como faz? Comece distrinchando a página da Embaixada Americana no Brasil para ver se se qualifica. 



             Eu estudei quase dois anos sobre como mudar, estudar e viver nos EUA antes mesmo de me matricular em uma escola aqui e não foi o suficiente. Há quase dez anos atrás não existia canais de Youtube, blogs, grupos no Facebook e Instagram. A gente se virava com a informação que conseguia. Muitos, em vez de pesquisar a fundo, acham mais fácil sair perguntando em comunidades como fazer pra mudar. E muitas vezes podem até cairem vítimas dos abutres brasileiros já instalados aqui, esperando um desinformado com dinheiro no bolso para "ajudar" tais pessoas a fazer o sonho americano se tornar realidade. 



              Eu recebo centenas de emails, mensagens em whatsapp e Instagram de pessoas que querem mudar para os EUA. Sempre incentivo a pesquisa e leitura em primeiro lugar, se depois houver ainda dúvidas, podemos conversar. Alguns diretamente pedem ajuda. Se alguém está pedindo ajuda para mudar para os EUA esta pessoa não está preparada para imigrar. Somente quando esta pessoa tiver conhecimento e dinheiro suficiente ela está preparada, ou seja, não precisa da ajuda de ninguém. Ela se vira. Sabe o que fazer e tem os meios para isso. 

                 Orlando é uma cidade muito boa de se viver. O ar é muito bom, há muito verde, animais, boas casas, etc. Para quem vem do Brasil e mora em São Paulo em um apartamento parece até um paraíso. Quando se chega aqui é outra história. Em pouco tempo acostuma-se com as paisagens e coisas que achávamos bonito, simplesmente passam a ser cotidianas, coisas do dia a dia. Passamos por certas ruas sem mesmo observar a beleza das árvores e dos jardins. Precisamos correr, estamos atrasados ou o trabalho a frente é longo, só pensamos nisso. Pode acreditar, nesta terra se trabalha bastante. O American Dream custa dinheiro e é preciso trabalhar muito para alcançá-lo (e dependendo do que o American Dream siginifica pra cada um, às vezes nem é possível alcançar este sonho. 



             No entanto, há muitas vantagens de se viver em Orlando e nos EUA. Em primeiro lugar é uma cidade segura (em sua grande maioria) se compararmos com a violência no Brasil. O custo de vida é menor mas custa. O trânsito é mais calmo, não se vê cachorro de rua (o que me corta o coração), há um respeito maior entre as pessoas. As oportunidades são muitas, é possível prosperar e ter qualidade de vida. Eu sempre digo para os americanos que se dizem "pobres": Você tem ar condicionado, carro automático, micro-ondas, lava louças e secadora de roupas. Você não sabe o que é ser pobre.
Sim, pobres aqui têm essas coisas, mas há pobres e moradores de ruas, embora as "favelas" aqui sejam compostas de trailers ou mesmo casas com quintal, ar condicionado, água quente, secadora, etc. 

            As pessoas me perguntam se eu mudaria de Orlando. Sim, claro! Há lugares muito melhores para se viver nos EUA. O calor aqui pode ser tão cruel como o inverno no norte. Há cidades mais arrumadas e mais bonitas. Porém, meus negócios estão estabelecidos aqui, o que demorou anos para constituir. Mudar para outro lugar agora está fora de cogitação. Mas quem sabe no futuro?

            O governo Trump é uma controvérsia só. É ótimo para alguns, péssimo para outros, literalmente. Para imigrantes ilegais a vida ficou mais difícil, mas há a possibilidade que se houver uma reforma imigratória onde o indivíduo acumulará pontos e se tornará elegível para imigração, muitos talvez consigam a residência. O governo não quer pessoas desqualificadas imigrando para o país, mas sim pessoas qualificadas. Aqueles que não tem qualificação podem começar então a se preparar para se qualificar. Se achar o caminho muito longo eu aconselharia mudar-se então para Portugal. Nem uma língua nova precisa aprender. 



            A economia sem dúvida está caminhando a passos largos ao sucesso. Para quem trabalha com brasileiros, como é meu caso, não ajuda muito pois à medida que o dólar se torna forte e desvaloriza as outra moedas, pior fica para aqueles que pretendem investir nos EUA. Mas há mercado e trabalho para todos. O índice de desemprego é o menor de 5 décadas. 

             Ainda é possível imigrar por meios legais. Não é o fim, pois mesmo o governo deseja que pessoas migrem ao país, mas certas pessoas. Há o caminho do estudo, do investimento e do casamento. Se alguém é solteiro e solteiros sempre estão à procura da alma gêmea, mesmo que neguem o fato, tente encontrar a alma gêmea americana. Economize e venha estudar por um ano, quem sabe? Quem já tem família, consulte um advogado de imigração. 

            Mudar para os EUA foi a melhor decisão que eu fiz na vida. Eu posso dizer que sou realmente feliz aqui e faria tudo de novo se precisasse. Mas eu faria um planejamento melhor. Portanto se esse é seu desejo, mãos à obra. O caminho é longo, mas se alguns conseguiram, você também consegue. Não espere mudar-se mês que vem. O índice de sucesso está diretamente relacionado à quantidade de horas investida na preparação, estudo e planejamento. Pode demorar, mas vai dar certo. Boa sorte!


domingo, 13 de maio de 2018

Restaurantes em Orlando

        Todo mundo sabe. Para se conhecer os melhores restaurantes e pontos turísticos fora do circuito das empresas de viagem você tem que perguntar aos locais (the locals). Uma vez em Bogotá pedimos ao motorista de taxi que nos levasse no resturante preferido dele. Foi um sucesso. Ninguém melhor do que alguém que vive na cidade para indicar os melhores restaurantes. E em Orlando não é diferente. Eu nunca vi em sites ou blogs os resturantes que eu vou indicar a seguir. Eu vejo se falar muito de "Olive Garden" e "Red Lobster" mas convenhamos, são redes com comidas pré-preparadas. Dá pra sentir no sabor dos pratos e na rapidez que eles chegam à mesa. 

            Há quase 10 anos morando em Orlando eu já fui em muitos restaurantes. No Brasil, com custo de vida alto,  salário de professor e muitos impostos pra pagar eu talvez fosse ao restaurante 2 vezes ao mês. Aqui nos EUA a comida é barata (Não vale converter, pois lembre-se não ganhamos em reais) e dá pra ir ao restaurante toda semana, mais que uma vez por semana. Inclusive em alguns casos sai mais barato ir ao restaurante do que cozinhar em casa. Mas como todo bom brasileiro cozinho 80% das nossas refeições. O Alex cozinha também, mas sabe como é comida de americano? Eu explico daqui a pouco. 

          Fora do circuito turístico há excelentes restaurantes. E quem pensa que americano vive de hamburguer e comida enlatada não sabe a besteira que está falando. É como dizer que o brasileiro só come arroz com feijão. Então aqui vai o primeiro recomendado:

1- Rocco's Italian Grille
400 S Orlando Ave, Winter Park, FL 32789

         É sem dúvidas, o melhor restaurante italiano da cidade. A grande maioria da massa é feita por eles mesmo e o pão, importado de Nova Iorque porque, segundo o Rocco (o proprietário) não se produz pão de qualidade na Flórida devido a muitos fatores. Todos os meus amigos e a maioria dos clientes conhece pois eu já fui ao Roccos mais de 50 vezes. O restaurante é um sucesso tanto que não abre aos domingos.


O Proprietário Rocco italiano puro


Há vários na cidade. Não há carnes, o máximo que se encontra é um pouco de atum na maionese de penne. Buffet grande de saladas, sopas, pizzas, muffins, etc. É lotado às 17:30. Vale à pena conferir! Come-se o quanto quiser por um preço só.
Você mesmo monta seus pratos e sobremesas


2203 Aloma Ave, Winter Park, FL 32792

         Comida típica de Louisiana. Os pratos "Poboy" (uma abreviação de "poor boy" garoto pobre) são geralmente pratos que as mães Lousianesas pobres preparavam para seus filhos. Não deixe de experimentar o melhor prato "Rita's Chicken". Se não aguenta pimenta vai acabar comendo mesmo só o frango pois o arroz é apimentado. As entradas são espetaculares, qualquer uma delas. 










Rita's Chicken, serve duas pessoas "normais"


538 S Park Ave, Winter Park, FL 32789

Há vários também na cidade, mas vá até Winter Park, passeie pela Park Avenue, vá até a estação de trem e depois jante no Burgerfi. De Kissimmee dá pra ir de trem que é um passeio bem legal. Na minha opinião é o melhor hamburguer dos EUA.



2117 E Colonial Dr, Orlando, FL 32803

Fica a poucas quadras da minha casa e eu vou pelo menos 1 vez ao mês. Uma família Tailandeza é proprietária do restaurante e eles mesmos que cozinham. É preciso ligar antes pra saber se está aberto. Quando a família sai de férias para a Tailândia eles (acredite) fecham o restaurante. Uma vez ficou fechado por 1 mês! E ao abrir, era impossível comer lá sem reservas. Eu nunca tinha ido em um restaurante Tailandês até vir morar em Orlando e tinha um certo preconceito da comida. É delicioso

PadThai é meu prato preferido
  

Lanchonete divertida e bem decorada. Há também em vários lugares. Você monta seu próprio sanduíche ou prato no computador e paga sozinho também. Eles trazem os pratos na mesa pra você. É ótimo para aqueles dias que você só quer um hamburguer com um ovo frito e queijo + um Milkshake de chocolate. Você monta do jeito que quiser




No Jason's Deli e Toojays (dois restaurantes diferentes mas com o mesmo tipo de comida) há um público fiel de americanos da terceira idade. Uma dezena de sanduíches de frios e outras delícias. Bem americano mesmo. Há sopas e tortas também. Na entrada geralmente há uma vitrine com os bolos e doces americanos. Vale a pena conferir também!

 
Famoso Eggs Benedict do Toojays











          Há outros restaurantes evidentemente conhecidos dos brasileiros. Fogo de Chão, Texas de Brazil, Outback, etc. Eu quis colocar aqui os que acredito que os brasileiros não tenham provado ainda. Muitos turistas brasileiros nem separam um tempo para conhecer a cidade, os parques e restaurantes. O circuito se limita aos parques temáticos, compra e hotel/casa de veraneio. E eu entendo pois quando vinha pra cá, fazia a mesma coisa. Mas se tiver um tempo e quiser conhecer um pouc0 mais da cultura e cozinha dos EUA, vá nesses restaurantes. Se tiver um que gosta, for do circuito turístico, deixe a dica aqui nos comentários. Abraços a todos!

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Viagem à Itália!



        A última vez que fui à Itália foi em 2006. Eu me lembro bem que fui com dinheiro contado, até as moedas. Pra ter uma idéia do tamanho do meu orçamento só deu pra comer em um restaurante italiano 1 vez só em 23 dias. O resto dos dias se passaram com pizzas aos pedaços vendidas em lanchonetes, McDonald's  e Spizzico que desta vez não vi nenhum em nenhuma das cidades que visitamos. Não entrei no Coliseu nem subi em nenhuma torre pois pagava-se e eu não tinha dinheiro. Como é bom viajar com dinheiro e poder fazer/comprar o que quiser?

         Algumas coisas foram maravilhosas outras nem tanto. Há muita pegadinha hoje em dia nos sites de venda de passagens, aluguel de carros etc. E claro, caímos em algumas. A começar pelo site da EXPEDIA que eu pretendo NUNCA mais usar para comprar passagens aéreas. Pesquisando na internet um lugar bom para viajar e eu fiquei espantado que passagens de Miami para Roma estavam somente 600 dólares pela Air France! A Air France é uma das melhores cias aéreas que eu já viajei. Não pensei duas vezes, comprei as passagens. Para minha surpresa, já no guichê do check in da Air France, descobrimos que as passagens eram com a Alitália (cuja cia eu tinha me prometido que não usaria mais). Sim a EXPEDIA anuncia Air France, mas você está comprando mesmo Alitália. Sem possibilidades de reclamar, fomos para a Alitália, que, como eu já previa, foi péssimo. Minha TV da cadeira sem som e sem conserto, sem lugar no avião e cadeira que quase não reclinava. O Alex, se sentindo muito desconfortável, ficou acordado a noite inteira e eu também jogando xadrez no meu telefone pois nem assistir um filme eu podia. Outra coisa péssima é que temos TSA pré que nos permite passar pela segurança do aeroporto sem filas e sem termos que tirar sapatos pois somos cadastrados na polícia americana e internacional. Pois bem, a Alitália não tem TSA e esse era um dos motivos que eu não queria Alitália.

O TSA pre você se cadastra, paga, eles fazem pesquisa criminal e depois
te dão a resposta se foi aceito. Na hora de comprar a passagem há um campo
para se colocar o número, coisa que fizemos, pensando que estávamos
comprando passagens da Air France. 


          Outra coisa foi o aluguel do carro para 8 dias na Itália também comprado pela EXPEDIA que eu paguei 278 dólares por um Renault Scenic. Chegando lá não tinha o carro e com o seguro, Internet Hot Spot (pois pretendíamos usar o GPS do telefone - Waze) saiu por 900 dólares, um fiat 500L MANUAL completamente sujo por dentro e por fora. Coisas de Budget. Mas, como se trata de Itália, vamos lá...

Entregaram o carro assim, sujo mesmo. É pegar ou largar
Pegamos fazer o quê?

        No roteiro estavam as cidades: Roma-Pitigliano-Montepulciano-Pienza-Siena-Monterigionni-San Gimignano-Florença-Pisa-Lucca e de volta a Roma. Tudo em 8 dias. Pode imaginar a correria? Nem foi tanto pra falar a verdade. Uma noite ou duas por cidade e algumas só passamos por algumas horas. O ponto alto da viagem foi Montepulciano uma das mais belas cidades muradas que eu já visitei. Realmente, no topo de um morro, a cidade murada tem visão 360 graus de vales toscanos. A cidade como um todo parece cenário de filmes medievais. 

Esse era nosso roteiro inicial. 


         Outra impressão diferente da última viagem em 2006. Havia sim refugiados andando pelas ruas e encarando cada carro que passava. Não se sabe ao certo o que procuravam. Andando como se estivessem sem ter o que fazer procurando confusão. Pode ser que não, mas por algum motivo não me senti confortável em volta deles. No entanto, havia também muitos refugiados africanos trabalhando, tentando reconstruir a vida em um país estrangeiro. Isso eu acho legal e até ajudei. Mas a grande maioria vende coisas na rua e são bem agressivos quando se trata de oferecer seu produto a você. 



         Outro ponto é que hoje tudo se paga. Eu entrei em diversas igrejas em 2006 sem pagar. Hoje se paga até para entrar na maioria delas. Todo estacionamento é pago. Até no meio das ruas. Em muitas igrejas, há somente um pedaço onde se pode andar. Muitos mosaicos nos chãos estão protegidos por cercas ou até mesmo cobertos com tapetes para que não se desgastem com o pisar das pessoas. Hoje pode se tirar fotos aonde quiser, menos na Capela Sistina que o segurança, muito rude, me empurrou quando eu, sem saber peguei o celular e tentei bater uma foto. Outras pessoas tiveram seus celulares tirados de suas mãos e as fotos deletadas. Dá pra arrumar uma briga boa. O Vaticano é realmente uma piada. Acho que esta foi minha última visita.



Museu do Vaticano

Trabalho inigualável, nunca superado do mestre Michelangelo na
Capela Cistina




Tchau Vaticano, até nunca mais. 3 vezes está bom demais!

          Os italianos falam muito mais o inglês do que antigamente. A Itália estava repleta de turistas e algumas cidades realmente difícil até de visitar como Florença. Uma multidão de pessoas estavam em todas as praças. Tinha fila pra tudo até para entrar em restaurantes. O Uber foi uma ótima solução em Roma onde não queríamos usar o carro. Mas em cidades como Siena, não havia Uber e andamos mesmo para todo lado. Só pegamos o carro para ir para Monteriggionni e San Gimignano.

             Outra coisa que eu não faço NUNCA mais é passar pelo aeroporto de Miami. Que confusão! Tanto para sair de Miami como para entrar nos EUA a experiência foi péssima. Funcionários de mau humor, uma quantidade enorme de pessoas mal educadas, etc. É muito diferente de qualquer aeroporto dos EUA que eu já frequentei. Ruim também é o de Newark em NJ, mas nem se compara com Miami. 

             Para a próxima viagem já vimos que o bom mesmo é reservar um hotel perto dos pontos do ônibus Red Bus que faz o tour. Você visita tudo por 2 dias e sempre sai e volta perto do hotel. Alguns hotéis que reservamos, as fotos dos quartos eram diferentes dos quartos que ficamos. Outros superaram nossas expectativas. 

           Na Itália não se come mal em lugar nenhum. Em todos os restaurantes que comemos (olha a diferença, fui em restaurantes todos os dias!), a comida era maravilhosa, as sobremesas muito bem feitas. Tudo maravilhoso!

Spaghetti Carbonara


O melhor Tiramissu do mundo

        Algumas das 300 fotos que eu tirei durante a viagem. Há mais fotos no meu Instagram renato_s_alves
Um grande abraço a todos!!

Montepulciano




















Siena maravilhosa














Essa foto foi tirada da torre do palácio na praça Del Campo

Monteriggionni








San Gimignano















Florença estava uma muvuca. Algumas fotos













Pisa.
Subimos na Torre. O tempo todo eu orei "Senhor, não deixe tombar agora, por favor, tem misericórdia de mim" Ao entrar na torre você já é empurrado para o lado esquerdo pois esquece que o piso também é torto. Os degraus são desgastados do lado inclinado. Precisa ter preparo físico para subir, a força da gravidade te empurra para as paredes o tempo todo. Uma hora de um lado e quando se vai para outro, é empurrado para o lado oposto. Lá em cima é difícil de acreditar que um dia não havia cerca. Despencar de lá de cima só com a força dos ventos devia ser algo fácil. 






























Lucca, nossa última parada. Uma graça de cidade. Deixamos o carro ao lado de fora da muralha e alugamos bicicletas. Demos a volta de bicicleta em cima das muralhas e andamos dentro da cidade também. Tudo em apenas 3 horas. 








Ciclovia construída em cima da muralha. 

        E pra você que deve estar imaginando vou dizer. O total gasto com a viagem para 2 com passagens, aluguel de carro, hotéis, pedágios, entradas, restaurantes, vinho e alguns presentes saiu por 5,450.00 dólares! Didividos por 2 dá 2,725 por pessoa. Minha última viagem à Itália que eu fiz 1/3 do que fiz agora por falta de dinheiro saiu por 4,500 reais.
Viage, vale a pena, mesmo que for caro...As coisas vão embora, estragam, desvalorizam e os ladrões roubam. Uma viagem nunca ninguém tira de você!
;-)
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