domingo, 2 de agosto de 2015

Acompanhamento Terapêutico Online


          Há um tempo atrás eu recebi um email de um psicoterapeuta, chamado Eli, me perguntando sobre um anúncio no blog. Eu achei a idéia fantástica, pois eu mesmo, quem lê o blog sabe, já passei por um processo longo de terapia e posso afirmar, que tudo que tenho e tudo que sou deve-se a ela, a terapia. Foi a melhor época da minha vida, descobrir a mim mesmo, me auto-conhecer e consertar tudo (ou quase tudo) que estava errado no momento e ver de que maneira eu queria levar a minha vida. Por exemplo, foi por causa da terapia que eu vim parar nos EUA. A terapia me ajudou a criar coragem, enfrentar os medos de tomar decisões e realizar sonhos antigos. 

           Eu sempre costumo ilustrar que, por mais jovem que a pessoa seja, podemos nos comparar a um motor velho, cheio de problemas, de vícios, de engrenagens que não funcionam direito. Pelo processo da terapia, vamos desconectando essas engrenagens, limpando, consertando e colocando para funcionar da maneira que deve. Sem ela somos um motor que não funciona como devia. Gastamos mais energia do que precisamos, desgastamos o nosso corpo e a mente com coisas pouco produtivas e muitas vezes sofremos sem precisar. Depois desse longo processo, o motor ficar ótimo, recuperado, lubrificardo, engrenado e a pessoa vai longe. Usando todo o seu potencial para levar uma vida produtiva e prazeirosa. 


          Infelizmente há pessoas que gastam 1000 reais em sapato, mas não dariam 100 por 60 minutos de terapia. Que triste... Há aqueles que dizem que é coisa de "louco" e de gente que tem "problema". Em primeiro lugar louco não faz terapia, pois se ele é louco dificilmente admite seu estado e não acha que precisa de ajuda. Em segundo, problemas todos temos, mesmo que alguém não admita. Terapia é para pessoas normais, que têm saúde emocional. E quando a pessoa procura ajuda, já deu o passo maior que é o de admitir que está com um problema e não está conseguindo resolvê-lo sozinho. Mesmo que não tenha um problema, talvez precise de ajuda em alguma área. Eu fui muito beneficiado e sempre recomendo. Depois de 7 anos de terapia é assustador como conseguimos até identificar nas pessoas, padrões, problemas, etc. Acabamos nos tornando um pouco terapeutas também. Foi a melhor coisa que fiz na minha vida, foi o melhor investimento em mim mesmo.

            Marquei um skype com o simpático Eli Freitas e tive uma das melhores conversas dos últimos anos com ele. O Eli é fantástico e imeditatamente eu senti uma conexão com ele. Até pretendo também, ter outras conversas online com ele. 

             Quando ele me contou que já atende pessoas pela internet eu achei fantástico! Acredito que mais e mais psicoterapeutas farão isso no futuro próximo. E achei especialmente interessante para brasileiros que vivem fora do país. Eu já encontrei várias pessoas que disseram que gostariam de fazer terapia, mas como encontrar um bom terapeuta que fale português nos EUA, por exemplo? Talvez alguém não saiba, mas é excencial que a terapia seja feita na língua materna, pois a língua materna fala ao coração. De imediato me prontifiquei a fazer um post aqui no blog para anunciar o seu trabalho e mais pessoas, talvez brasileiros espalhados no mundo inteiro possam se beneficiar assim como eu fui. 

               Eu pedi para que o Eli escrevesse um breve relato para que eu postasse aqui e que me enviasse também, algumas fotos. O Eli também tem um website. Abaixo está o texto que ele me enviou. Mais informações sobre ele, qualquer pessoa pode conseguir entrando em contato com ele através do seu website. A todos aqueles que se interessaram pelo projeto do Eli e de terapia online, entre em contato com ele, tenho certeza que não vai se arrepender. 

Nas palavras do Eli:

"A história do Acompanhamento Terapêutico Online começou em 2013, de forma muito natural: ou seja, para responder a uma demanda.

Depois de anos de atendimento clínico presencial a mais de 2.000 clientes, tornou-se parte do meu dia-a-dia acompanhá-los em diversas situações de transição: pessoas entrando e saindo de empregos, de relacionamentos, de perdas e encontros, de situações de stress, de crises de várias naturezas... E, também, que se preparavam para deixar o país. Entre estes últimos, encontrei os mais variados perfis: ousados em busca de uma qualidade de vida melhor; estudantes; até mesmo executivos expatriados. Com todas estas pessoas, acompanhei a “travessia” pelos estágios prévios da tomada de decisões, das angústias e temores diante do desconhecido, das culpas pelo que era deixado para trás – e, também, da euforia diante da aventura de construir um mapa de vida próprio, inteiramente novo. 

Muitas vezes, depois que se estabeleciam em outros países, meus clientes me procuravam solicitando alguma forma de acompanhamento à distância. Eles me diziam que encontravam dificuldade de continuar seu processo de busca e autoconhecimento com os terapeutas estrangeiros, não porque estes não fossem competentes ou atenciosos: mas porque existiam barreiras da língua e até socioculturais que tornavam a comunicação muito mais difícil.

Mas, nos primeiros anos, mesmo com toda a boa vontade, a tecnologia não ajudava. Imagina fazer acompanhamento terapêutico teclando naquelas telinhas minúsculas do MSN. Ou mandando e-mails de cá para lá! Sem chance. Também não dava pra fazer um grupo com meus clientes no Orkut. Faltava o olho no olho, o tempo real, a troca intensa e presente que torna a terapia – que, afinal, é uma longa e proveitosa conversa... – realmente acessível como uma interação profunda entre cliente e terapeuta. No seu tempo, Freud escreveu longas cartas aos seus discípulos e amigos: mas não pretendia fazer terapia por meio delas. Essa possibilidade, só mesmo depois do Skype e da banda larga. Coisas que, agora, felizmente estão acessíveis (quase) no mundo todo.

Desde então, a tendência dos acompanhamentos terapêuticos à distância se consolidou, como processos terapêuticos breves e pontuais. Foram reconhecidos por resoluções de órgãos gestores de classe e se tornaram uma opção mais condizente com a realidade atual, acessível àqueles que, por alguma razão, estão impossibilitados de obter atendimento presencial.

O Acompanhamento Terapêutico Online também é um serviço utilizado por pessoas que precisam viajar constantemente; que passam longos períodos longe de casa, por razões de trabalho; ou que moram em cidades pequenas e têm dificuldade de encontrar ajuda profissional.

Para mim, particularmente, realizar este acompanhamento Online é uma satisfação a mais, que amplia meus horizontes pessoais e profissionais e enriquece a experiência terapêutica. De dentro do meu consultório, a tela do computador é a plataforma de voo que me consagra como cidadão do mundo... A serviço dos meus compatriotas, onde quer que se encontrem.


Para mais informações sobre o Acompanhamento Terapêutico Online, acesse: www.acompanhamentoterapeuticoonline.com


Eli vive com sua família em Petrópolis, RJ

domingo, 26 de julho de 2015

Viagem ao Brasil e uma Certeza

           Quem acompanha o blog no Facebook sabe que na semana passada eu estava no Brasil. Eu fui ao casamento de amigos e aproveitei para ver amigos e parentes que não via há muito tempo. Infelizmente não deu para ver a todos e eu priorizei ver aqueles que não tem chances de vir a Orlando tão cedo e, posso dizer, ainda alguns ficaram chateados pois não houve tempo para ver a todos. Mesmo que eu visitasse um em cada período do dia, precisaria de 1 mês talvez para ver a todos. E não é que eu priorizei alguns e desisti de outros, eu fui mais pela estratégia do trânsito e daqueles que deram retorno a tempo. 

             Sabe eu fico muito triste cada vez que vou ao Brasil. Em primeiro lugar, me entristece ver a pobreza, as crianças de rua, cachorros de rua, favelas, esgoto, lixo, etc. Quando se vive muito tempo aqui como eu, já 6 anos, a gente leva um choque quando vê estas coisas novamente. Com um país tão rico e gente tão batalhadora, porque ainda temos este contraste tão grande de classes? Aqui também tem, mas não tem favela ou comunidade, como dizem agora. Mas há pobres sim, mas um pobre diferente. 

Com meus outros 3 irmãos e suas famílias no Galetos em SP

              Em primeiro lugar, quero dizer que a Azul decepcionou. Embora os comissários eram simpatissíssemos, o avião era velho. Ainda havia cinzeiros dentro dos banheiros! Fui de business class pois havia uma promoção da Azul para o aeroporto de Campinas (roubada! Não caia nessa). O champagne estava ótimo, mas o filé mignon duro como borracha. Fiquei com vontade de pedir o dinheiro de volta. Mas, pela primeira vez, consegui dormir 6 horas em um vôo noturno, afinal as cadeiras reclinam mais do que na classe econômica. Mas foi uma decepção saber que todos os monitores de TV do avião não funcionavam e que nos dariam um pequeno tablet para assistir aos filmes. O tablet não parava em pé na mesa da cadeira, doía o braço ficar segurando, ou seja, um horror. Sem falar que o filme mais novo era O Diabo Veste Prada. Já tinha assistido a 80% dos filmes e os outros não me interessavam. O negócio era mesmo tomar um anit-alérgico pra capotar depois do jantar, se meus dentes não quebrassem mastigando o Filé de Pneu que foi servido. De resto a comida estava muito boa, inclusive a sobremesa. Mas aqui vai a primeira certeza. Blue Never More (Azul nunca mais). Devia ter gasto meu dinheiro mesmo com a famigerada TAM em um vôo non stop de Orlando a São Paulo. 

A business class da Azul não é tão boa quanto parece

             Na cidade a mesma constatação. Por favor, que não me levem a mal os paulistanos e não se ofendam, mas a cidade é caótica. Com a tranquilidade e civilidade do trânsito de Orlando não tem como não ficar, pelo menos, com dor de cabeça, quando se fica horas dentro de um carro preso em um congestionamento. Sem falar na educação maravilhosa dos motoristas e motociclistas paulistanos. Mas mesmo assim, se vê almas bondosas que te dão passagem de vez em quando. Mas eu passei mais tempo dentro do carro para ir e para voltar do que passei com amigos e pessoas da minha família.  

           Quase caí de costas no Shopping Iguatemi, sugerido por uma amiga para almoçarmos. Uma lavagem de carro R$ 98,00 e um tênis Adidas (que em Orlando eu vi por 89 dólares) R$ 999,99 !! Mais caro do que um salário mínimo!? Tinha esquecido destes absurdos. Sem falar nos 18 reais a hora pelo estacionamento. Como 18 reais são menos que 6 dólares não estava muito preocupado, mesmo assim não deixo de me sentir mal por quem ainda tem que pagar por preços assim. Uma mala de viagem 80 mil reais? Nem que tivesse sido de Dom Pedro I!




           Depois as reclamações. Reclamações de todos os que encontramos. Não houve nenhuma pessoa que disse estar contente com a atual situação do Brasil e seu governo. Triste, mas fiquei pensando se com o Aécio seria a mesma coisa o se seria diferente, quem vai saber? Só um parágrafo, os americanos também reclamam do seu governo viu?

            O Robert foi comigo pois é amigo também do casal casante. Foi interessante ouvir as observações dele sobre a minha cidade Natal. 

             Quando as pessoas nos fechavam no trânsito, se recusavam a dar passagem ele não entendia o por quê. E até me perguntou "Porque fazem isso?" Quando viu o preço do tênis na loja (1000 reais!) me perguntou: "Porque as pessoas compram? Porque pagam tanto dinheiro pois coisas simples assim?". Quando disse pra ele que este tênis custava mais que um salário mínimo ele perguntou: "E como as pessoas que ganham salário mínimo vivem?"
Alguém se habilita a explicar? Perguntou também porque há tantos cachorros de rua, tantas crianças de rua, nos faróis e querida dar dinheiro a quem pedisse. E não era pouco dinheiro não. 

              Ele ficou emocionado quando viu a Claudia Raia no shopping Iguatemi porque ele assistiu alguns capítulos da novela Alto Astral e embora não entendesse nada, gostava das partes em que ela aparecia. Infelizmente ela passou tão rápido e entrou em um carro com motorista que nem deu tempor de ir falar com ela. Mas acho que eu nem falaria mesmo, tenho medo de incomodar.

               Ele também ficou muito impressionado com nossa culinária. Segundo ele não há nada que comeu no Brasil que não fosse absolutamente delicioso. Principalmente a comida do casamento, que pra falar a verdade, realmente foi a melhor que eu já comi em casamentos. Engraçado né? Paguei 2200 dólares por uma passagem Business para comer filé de pneu e de graça, comi o melhor filé mignon da minha vida no casamento e não paguei nada por isso. 

Outra pergunta do Robert
"Mora alguma pessoa famosa nessa casa?
Por que tem muros tão altos, cercas elétricas e monitoramento de
vídeo?"
:-/
               Toda vez que eu vou fico muito dividido. Adoro reencontrar os amigos, comer coisas deliciosas (embora aqui fazemos também), conversar com pessoas sem nem mesmo conhecer, ver coisas familiares da minha infância. Mas ao mesmo tempo chego à segunda certeza da minha vida, de que o Brasil precisa melhorar muito para me ter como cidadão, porque, (me desculpem se eu parecer egoísta) eu me amo em primeiro lugar. Eu vou sempre tentar ajudar na medida do possível, primeiro a um parente, amigo ou a um conterrâneo antes de a um americano. Mas as condições do nosso país infelizmente não é para os fracos de estômago como eu. O que fizeram com o nosso país? 



             
                

terça-feira, 7 de julho de 2015

Design de uma Residência no Reunion, FL

 


          Como a grande maioria sabe, além de corretor de imóveis em Orlando eu também sou formado em Aquitetura de Interiores por uma faculdade americana. Junto ao trabalho de corretor, eu também faço "design" e "decoração". Mas há diferença? Sim, existe diferença entre as duas coisas. Chamar um designer de decorador, é como chamar um estilista de moda, de costureiro. Não desmerecendo os decoradores, mas o curso de 4 anos em Design, é muito mais do que jogar almofadas em um sofá ou escolher cores para as paredes. São 4 longos anos estudando história, formas, plantas, normas, estilos, e se matando para entregar os 35 projetos ao longo do curso. Desde residências, restaurantes, spas, hospitais, escolas, barcos, traillers, aviões e outros. E quem deseja contratar um designer, tem que saber que, assim como todas as profissões, custa dinheiro, mas não precisa ser necessariamente caro. Em primeiro lugar é muito trabalho, envolve uma equipe de profissionais especializados, muito cuidado com as compras e a escala dos móveis, mas o resultado vale a pena.

          Há muito trabalho envolvido em pegar uma residência recém entregue, crua, sem vida nenhuma e depois transformá-la em um "lar" confortável, seguro, funcional e que dá orgulho de possuir. É preciso ter conhecimento de circulação, dimensão, escala, teoria das cores, estilos de design, arquitetura das construções, etc. A residência tem que ser em primeiro lugar "segura", depois tem que ser "funcional" e por último, "estéticamente atraente". Cada família e cliente tem um gosto e objetivo. Meu trabalho é orientar na escolha dos móveis e dar sugestões sobre disposições, cores, acessórios, tema, etc. Mas nem sempre o cliente concorda :-)

           No final do ano passado, o casal Marcelo e Mônica me procuraram para fazer o design da casa deles que ainda estava em construção no Reunion, um condomínio perto dos parques da Disney. Eles são amigos dos meus outros clientes Henrique e Patrícia, que reformamos e decoramos o apartamento deles também no Reunion que você pode ver aqui neste post. A princípio, visto estar muito atarefado eu neguei a proposta, mas por insistência e também simpatia do casal, eu aceitei o trabalho. A casa, embora tenha custado caro, não veio totalmente acabada e para deixar no nível de espectativa do casal, foram necessárias 5 semanas de trabalho intenso e 10 pessoas envolvidas do começo ao fim. Aqui vão algumas fotos da casa na época da entrega.

O loft comprido e estreito foi um desafio...

O Master antes de qualquer trabalho

Um canto "esquisito" no canto do loft que eu sugeri fazer uma pequena
estação de trabalho.

A casa foi entregue em uma cor que tem amarelo na composição.
Não necessariamento o que o casal tinha em mente quando
pensou em "estilo"

A sala de estar tinha boa iluminação, mas as janelas vem sem
molduras, etc.


            Para dar mais beleza às formas da casa, foi preciso criar designs de molduras para algumas janelas e também para paredes que são muito longas e altas, difíceis de preencher. Janelas altas e pequenas ficam estranhas com cortinas ou persianas, então decidimos por outras opções.

Foto de 4 pequenas janelas no
vão da escada

Após a troca da cor e as molduras, as janelas
são o foco da parede agora. 

A casa foi entregue com uma cor pouco agradável para decoração
Ainda mais, se reparar, poderá ver manchas na pintura
original da construtora. 

Começa o trabalho de carpintaria

Aqui o corredor já com as molduras pintadas e nova cor
Como o pé direito era muito alto, decidimos dividir as
paredes com muldura para dar mais beleza. 

As molduras foram colocadas em pontos estratégicos
pois o casal levou um susto com o valor da mão de obra nos EUA.


 


            Alguns desenhos feitos por computador, bem como rápidos rascunhos enviados por Whats App ajudaram a definir aspectos do projeto.

quartos de hóspedes

Suite Master

Suite da princesa Júlia, a única filha do casal.

Loft
Planta em CAD com dimensões.

           Agora as fotos da casa terminada. 


A entrada

O corredor de entrada
O lavabo

A sala de estar. Nas janelas altas, colocamos persianas de madeira embutidas, chamadas
"Plantation Shutters".

A sala de jantar tem quadros com receitas antigas escritas à mão por senhoras
americanas.

Móveis da Restoration Hardware e sofás da Pottery Barn




O loft onde criamos um pequeno escritório em um canto difícil.




A suite master repintada, com molduras (que nos EUA chamam-se Wainscotting), quadros e
cortinas. 

O quarto da princesa Jujú. A única exigência da Jujú era que o quarto fosse "Purple"
Os pais pediram "light purple" :-)
O pavão verde é o toque pessoal da Jujú 
 
Os três outros quartos de hóspedes ficaram com as cores originais da casa com
exceção das paredes accent atrás das camas. Móveis de madeira maciça da
Haverty's



   Mais fotos da propriedade






O casal ficou muito contente com resultado final e sempre que podem, deixam a loucura caótica de São Paulo para passar dias de descanso na maravilhosa casa de férias.

Se desejar adquirir uma propriedade como esta em um condomínio nos EUA, envie um email para renato@drimproperties.com

Se desejar contratar a minha empresa de Design e Decoração Studio R Interior Design Inc, envie um email para rs_alves@hotmail.com



            
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