sábado, 27 de abril de 2013

Coisas que Aprendi com os Americanos



            Três anos e meio e eu posso dizer que sou uma pessoa diferente. Melhor? Hum, não sei não, mas a verdade é que morar em um outro país muda a pessoa, sabe? "Mexe com o psicológico", como diria uma amiga muito engaçada. Mas, você deve estar se perguntando, o que ele aprendeu com os americanos? Coisas boas e ruins, é claro que as ruins, eu não pratico ou tento não praticar, porque afinal, gente inteligente aprende dos erros dos outros, não acha? Citando a "Dona Lira" mãe de um amigo meu, nordestina sábia: "Quem não ouve conselho, ouve coitado..." ou a melhor "quem anda com porco, come farelo" (eu diria que come outra coisa...). Chega de blá blá blá...

1- Aprendi não ligar para a opinião dos outros com respeito à vestimenta.
           
Se não for para entrevista de emprego ou mesmo emprego, eu me visto da maneira mais confortável. Trabalhando em casa o dia inteiro de pijamas, se tiver que ir no posto de gasolina, eu vou com eles, e olha...ninguém olha torto, nem sequer olham pra você. Americano é assim (acho que a maioria?), está pouco preocupado com a moda ou com opinião alheia...o que importa é o conforto. A América Latina é muito preocupada com a aparência...


2- Carro não é sinônimo de status.
           
Ter um Jetta 2.5 aqui não me faz melhor do que ninguém. Na verdade, mesmo uma BMW não dá muito status para uma pessoa. Eu conheço pobre que tem. Percebe-se a grande desimportância que os americanos dão para automóveis, pelo preço que estão dispostos a pagar por eles. Enquanto no Brasil a gente se mata pra andar com roupa de marca e paga 1500-2000-3000 na prestação do carro, aqui uma prestação de 500 dólares é algo inconcebível ou prestação "alta". É como pagar 10 reais em um único cotonete.

3- Aprendi a ser mais educado. (mais ainda? ;-))
            Eu sei que não justifica, mas a verdade tem que ser dita. No Brasil, acabamos sendo levados pela maioria mau educada. Por exemplo, ao chegar no aeroporto de SP fiquei espantado com a quantidade de pessoas cortando a minha frente, furando fila, esbarrando em você e nem aí. Será que eu era assim também? O caso é que fui chamado à atenção algumas vezes aqui (sniffff!). Portanto, hoje não corto a frente de ninguém, peço licença, digo obrigado, por favor, bom dia, tenha um bom dia em 100% das vezes. Abro a porta para qualquer um e quando abrem pra mim, agradeço. Ao abrir a porta, deixo quem está vindo entrar primeiro e depois eu saio. Espero quem está saindo e depois entro e believe me, é o que a maioria aqui faz.


4- Aprendi a respeitar, sem questionar, as leis de trânsito.
           
Em SP, algumas situações fazem a gente burlar algumas leis, que vergonha... Aqui, aprendi a respeitar as leis de trânsito e limites de velocidade, principalmente. Um dia o Robert perguntou: No Brasil não tem sinal de Pare? O que vocês fazem no sinal de Pare? E a minha cara? Embora os americanos reclamem do trânsito de Orlando, believe me, está anos luz à frente na civilização do que trânsito caótico, horrível de SP e Rio...

5- Aprendi a amar os animais incondicionalmente.
           
Eu ouvi uma brasileira dizer em 1995 quando estava em Boston estudando inglês: "Aqui é assim, em primeiro lugar o animal. Só os animais tem direitos e nenhum dever. Depois as crianças, depois a mulher e por último, o homem". Realmente, existem muitas leis que defendem os animais aqui. Por exemplo, na Flórida, cães não podem ser deixados em correntes (ou coleiras) ou no quintal sozinhos por mais de 2 horas. Viu? É só denunciar...
            Quer fazer um americano chorar? Conte uma história triste sobre um animal. Nova Iorque é a cidade com mais cães por pessoa do mundo sabia?


6- Não importa sua idade, sabe fazer? Isso é o que importa.
           
É proibido por lei nos EUA perguntar em uma entrevista de emprego qual a idade do candidato. Nos curriculos, data de nascimento não é colocada. Vê-se muita gente de idade (e eu digo I-DA-DE..70-80 anos!) trabalhando. Eu vi uma senhora de uns 70 anos dirigindo um ônibus escolar. Fiquei alí no farol, de queixo caído, olhando enquanto ela passava.



7- Aprendi a pesquisar as leis.
            Enquanto há alguns que dizem que os americanos são alienados (me desculpe, qualquer generalização, para mim, tem origem na ignorância - nos dois sentidos da palavra), uma coisa posso dizer, eles conhecem muito bem suas próprias leis. Nós brasileiros não conhecemos, eles conhecem, sabem perfeitamente o que é permitido e o que não é (claro, com exceções). Na faculdade de design, aprendi que um empreiteiro americano precisa fazer prova para receber a licença para trabalhar, saber as leis e ter seguro. Gambiarras acontecem, com menos intensidade, felizmente.

8- Fazer as coisas você mesmo (DIY Do It Yourself!).
           
Em geral, o próprio americano corta sua grama, pinta sua casa, conserta suas coisas, cuida do jardim, limpa sua casa e cozin..............compra comida fora. Bom, esse é para a segunda parte...me aguarde. Eu entrei também nessas do "do it yourself" e me dei mal. As coisas não são tão fáceis como parecem. Você não imagina o peso que tem uma pá, depois de alguns minutos, não descobriram ainda, mas o peso aumenta, é fato. Mas, pagar pra alguém fazer, só em último caso.


9- Aprendi o valor das coisas. E aprendi a não pagar pelo o que não vale!
           
Não importa se é Hollister, Abercrombie o raio que o parta, custa caro? Uma parcela ínfima da população compra. Uma calça Levis em SP (que as Patys torcem o nariz) pode custar 300 reais. Vi com esses olhos que a terra não há de comer. Aqui, se custar 50 já fica lá encostada. 100 dólares em um tênis? Já ouvi "Você perdeu o juízo?". A verdade é que assim que cheguei me danei pro shopping e comprei um moooonte de coisas. Hoje, esqueci os preços do Brasil, então tenho um outro parâmetro para avaliar o quanto vale certa coisa.

10- Aprendi que a culinária americano não é composta só de Hamburguer e comida de lata.
           
Eu tenho até vergonha de admitir que já disse essa frase. No entanto, eu repeti a frase que, com certeza, escutei de alguém que tinha como modelo. A cultura esquerdista-anti-americana no Brasil fala um monte de bobagem dos EUA que eu só descobri depois que vim morar aqui. Por exemplo, escutei de uma pessoa estudada, lida: "Nos EUA só tem escola particular, é tudo particular!". Aff...sem comentários.
            Aprendi a fazer, e essa tornou-se a minha sobremesa predileta, a amada dos americanos, a American Pie. Para quem quer conhecer um pouco mais da rica culinária americana, veja o blogda Cinara, dedicado a receitas exclusivamente americanas. E não me venha comentar que a culinária só é assim por causa da Irlanda e Inglaterra porque no Brasil é a MESMA COISA. Veio dos portugueses, italianos, etc. Eu tô sem paciência com gente mal educada hein?
(kkkkkkkkkkkkk)



Como eu não consigo pensar em nada mais vamos às coisas que eu aprendi com os americanos e que não deve-se repetir:

1- Aprendi a não comer porcaria.
           
O paraíso de gente preguiçosa é aqui. Dá pra se passar anos sem ligar o fogão. Com um sanduíche no McDonald's custando 1 dólar, e uma pessoa com uma renca de filhos, dá pra alimentar a 10 pessoas com 10 dólares (se bem que, do jeito que comem, multiplique por 3). Na terra do "tudo pronto" e do "medo de ser processado", os engenheiros químicos ficaram milionários inventando mil e um produtos para inserir nesses pratos prontos. Quer um exemplo? Meu muffim de maçãs (porque usa mais de uma ok?) estraga em 10 dias. O Muffim que a Louise compra no supermercado dura 60 dias intacto, lindo, perfumado, brilhante e saboroso. Sai pra lá... O que eles comem de porcaria dentro de casa não está escrito nos gibis...


2- Não é porque é large que é melhor.
           
Com essa mentalidade de ganhar sempre no custo/benefício (e isso foi muito bem explicado no filme Supersize-me), eles tentam obter o mais, o maior, pelo menor valor que se puder pagar. Como eu dizia no Brasil, a Cokinha pequena que vende aí faz menos mal que a de 350ml, sabe porque? Porque você bebe menos Coca-cola! Nessa onda do large, eles bebem um litro de Coca-cola ou pepsi em uma única refeição! Complementando: Se é large, provavelmente mais mal faz!


3- Cuidar do meu peso.
            Um dia eu sentado na frente da Ross, esperando pra abrir, notei que entre as 17 pessoas que estavam alí comigo, eu era o único que não era OBESO. Triste constatação, 16 pessoas obesas e eu digo o-be-sas...alí. Com 1/3 da população obesa, é claro que eu luto diariamente pra não entrar nessa estatística.


4- Aprendi a evitar o disperdício.
           
Sério, o que se disperdiça de coisas aqui não é mole. Duas vezes por semana a quantidade de lixo que saem das casas é inacreditável. Há quem seja consciente, mas pelo menos aqui em casa é assim: Está calor? Liga o ar condicionado. Enquanto que um simples abrir de janelas daria conta. Está com frio, liga o aquecedor, enquanto uma leve blusa e calças compridas fariam o mesmo efeito. Lógico que nos dias de 40 graus de calor do lado de fora, é insuportável e o bendito ar, nos traz conforto, mas na primavera e outono, não precisaria. A mesma coisa com o aquecedor. Quem merece ficar de casaco, gorro e luvas dentro de casa no Brasil? Quando estamos abaixo de zero, claro o aquecedor deveria ser ligado.
            Quebrou? Compra outro! Assim, com a maior facilidade. Principalmente porque a água, a eletricidade e muitas outras coisas são baratas, há muito disperdício.

5- Aprendi a ser mais leve, não me preocupar tanto com as regras.
           
Talvez seja contraditório o que eu acabei de escrever, mas a verdade é que até um certo limite as regras são boas e a sociedade se organiza muito bem. Mas existe um seguir ao pé-da-letra aqui que às vezes me cansa. Outro dia tive que dizer ao meu professor que disse que estávamos proibidos de sair da classe antes das 11 da noite: "Olha, eu sou adulto, mais velho que você e posso sair se eu quiser, não acha? Ninguém pode me proibir de sair se eu quiser..." Ao que ele sorriu e disse: "Você tem razão, somos adultos, essa regra é pra escola fundamental".

6- Aprendi que sair de casa e me exercitar é fundamental.
           
Eu devo ter sido um bicho preguiça em outra vida (se eu acreditasse nisso). Não me leve a mal, eu levanto super cedo todos os dias, arrumo a casa, limpo, cozinho, cuido dos meus cachorros, cuido do jardim, da piscina, do carro, faço compras, trabalho (sim eu trabalho, em casa), faço os projetos da faculdade, escrevo o blog, respondo emails, e mais uma lista de coisas. Mas, me pede para ir para academia ou fazer caminhada. Eu me arrasto. Já me matriculei e cancelei a matrícula 3 vezes em 3 anos. Mas continuo me cutucando pra tanto. Já "os outros" passam o dia IN-TEI-RO (sábado e domingo inteiro) na frente da televisão! Eu quero morrer com isso!

8- Aprendi a não ser consumista.
           
Preciso dizer alguma coisa?? ;-)


53 comentários:

  1. AMEI este post Renato, SEM tirar nem por! haha
    Perfeito!!!!
    beijos Nani

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  2. Chamo-me Adérito Valente (já fiz alguns comentários e até e-mails) e gosto muito de ler o que você escreve sobre a vida americana e até vou te sugerir que futuramente aborde a forma americana de comemorar o Natal e a Pascoa.

    Quanto à indumentária eu sou um pouco como o americano, mas fico longe de alguns americanos com bermuda jeans e meias pretas até quase ao joelho. Já quanto aos carros eu sou bem brasileiro, que é louco por carros, por isso tenho um BMW conversível, que uso diariamente em São Paulo (estou querendo aparecer?).

    Talvez os americanos respeitem mais as leis de trânsito e os animais por questões legais que os obriga a ter essa educação, mas tem muitos americanos tão grossos quanto brasileiros. Agora querer levar vantagem é típico do brasileiro.
    O que faz o americano “Do it yourself” é o custo elevado da sua mão de obra, lembrando que este possui uma variedade de ferramentas que o ajudam. Nem por isso o faz esbelto devido comer muita porcaria (com muitos conservantes) e em grandes quantidades além de não se exercitar muito e assim fica obeso além de ser muito consumista. Contribui nisso os custos das coisas que normalmente são 2 a 3 vezes mais baratas que no Brasil.
    Concluo, portanto que você Renato está longe de ser com um americano padrão.

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    1. Oi Adérito
      Se eu não me engano já escrevi sobre o Natal e Páscoa, coloque estas palavaras no mecanismo de busca.
      ótimas observações!
      Abs

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  3. Renato, ri muito desse post.
    Minha experiencia com DIY é que algumas coisas voce pode e deve fazer. Outras devem ser deixadas para um profissional. Eu e meu marido aprendemos a colocar papel de parede perfeitamente. Eu também nunca pagaria um jardineiro. Voce sabe que lixei e pintei todos meus armários. Dispenso catering. Agora, construir/instalar um banheiro é para um profissional. Não entendo como tem leigo aqui na Holanda que se mete a reformar o próprio banheiro.
    Também aprendi muitas coisas com os holandeses, mas outras dispenso.
    Acho que em muitas coisas eles ficam no meio termo entre brasileiros e americanos. Por exemplo, holandes gosta muito de roupas práticas e confortáveis. Mas sabem que para uma qualidade alta hé um preço a se pagar. Isso tanto para roupa ou comida.
    Uma coisa que é bem comum por aqui e que eu não "pratico" é ter flores de corte frescas pela casa. Mesmo sendo mais baratas que no resto do mundo meu negócio é planta em pote que dura anos e estamos conversados ! Pro jardim da frente e de tras também, meu negócio é ter espécies "winter hard" que sobrevivem à neve e ao frio.

    Uma pergunta : como é a consciencia ecológica por aí ? A Holanda bate um bolão em durabilidade e a conscientizacao de como algo foi produzido. Há programas excelentes na televisão que testam a qualidade dos produtos, se ele teve que "viajar" muito para chegar a prateleira do supermercado, se a emissao de co2 foi muito alta, se uma roupa tem muito produto químico, se um material empregado na construcão de casas libera elementos tóxicos, reciclagem, se algo é realmente bio etc. Eu aprendi e aprendo muito nesse assunto. Aqui eles martelam muito sobre o "meio-ambiente".

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    1. Anita, aqui as pessoas se aventuram até a fazer o banheiro. A HGTV tem um programa que mostra pessoas comuns encarando esses desafios e sabe que fica até bom. Eu fico olhando pra um dos banheiros aqui da casa e fico pensado, faço? Não faço?
      A consciência ecológica não é como deveria ser, se você pensar no desenvolvimento do país. Por aí parece bem mais avançado, mas é mais que o Brasil com certeza. Todas as casas separam o lixo. Recebemos recentemente um tambor com rodas de 1m³ para reciclados. Tudo, alumínio, ferro, vidro, papel e papelão, vai tudo junto depois uma máquina separa acredita??
      O que eu acho lindo é o respeito aos animais. Por exemplo, Orlando é uma cidade (a grande Orlando) de uns 4 milhões de habitantes. É tão arborizada e o respeito pelos animais é tão grande que pelas ruas tem guachinins, pavões, um bicho tipo siriema, esquilos, tatus, gambás e outros bichos que não teem muito medo dos seres humanos. Vivem entre nós.
      Outro dia na frente do quintal, no gramado eu vi coelhos selvagens!!!
      Na TV sempre fala do meio ambiente...
      Beijao!!

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    2. Eu adoro esses posts porque vejo a diferença entre as regiões do país. Aqui na roça, acho que não existe consciência ecológica. Nunca vi nenhum vizinho separando lixo! Eu preciso dirigir algumas milhas para encontrar um lugar específico para jogar plástico e alumínio fora. Papel, eu levo para o trabalho que eles juntam tudo e reciclam. Ah, Alabama sem jeito :)

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    3. Consciencia ecológica? é só olhar no tópico acima "4- Aprendi a evitar o disperdício." pra ver o quanto eles não ligam nem um pouco pra isso!rsrs É até paradoxo mandar os latões de lixo separadores quando a cultura de gastar tanta energia e desperdiçar ainda é tão grande né? Achei muito louco qdo vi um programa no Discovery TLC,"Extremes Cheapskates", vc já viu Renato? Eles fizeram meus olhos saltarem com as coisas q faziam pra economizar até papel higienico(a mulher só usava fraldas para limpar, juntava tudo num cesto e lavava,aaargh), compravam coisas vencidas,num mercado próprio, achei até q era mentira qdo vi isso no seriado "The Middle" a primeira vez!Radical, mas muita gente poderia aproveitar umas lições com essas pessoas!
      A parte q eu mais gosto é poder comprar muita variedade de comida pronta, tou naquela fase -"If it's heated at home, it's HOMEMADE"(Frankie Heck do "The Middle"rsrsrs

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    4. hahahah
      Me fez sorrir! Vou pesquisar o que vc falou.
      A propósito, não sei o que é pior, usar papel descartável (porém bio degradável) ou lavar panos que gasta água, energia e produtos químicos.
      Bjs!

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    5. e essa mania preguiçosa usar pratos de papel diariamente na ppria casa para não ter o trabalho de colocar e tirar da máquina de lavar? é horrível comer em prato descartável. e com certeza causa muito mais dano e desperdício ao meio ambiente. lazy americans. tacky americans.

      aliás, por falar em tacky e white e black trash, já viu aquele site dos clientes típicos do walmart? talvez eu até tenha descoberto aqui no seu blog, não lembro...

      http://www.peopleofwalmart.com/photos/

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    6. Vc tem razão, essas dos pratos de papel são de matar! Eu detesto...
      Mas outro dia me peguei pensando (porque os pratos de papel são separados e reciclados, recebemos aviso para colocar junto com o alumínio) e os pratos, etc gastam água, energia e produtos quimicos para serem lavados.
      O que é pior? Sinceramente não cheguei a uma conclusão
      :)
      Abs!

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  4. Ótimo post Renato, como já te disse outras vezes adoroo seu jeito de se expressar, esse post é um tapa na cara de muitas pessoas que falam absurdos sobre os EUA e nunca foram ai e nem sequer de deram ao trabalho de pesquisar um pouco. Me fascino com a cultura americana, justamente por ter crescido influenciada por ela, nos filmes, desenhos, seriados e várias outras coisas que temos no nosso cotidiano desde sempre (acho!), e o que mais pesa é que essas mesmas pessoas que criticam usufruem da cultura e hábitos americanos que estão mesclados com a nossa.

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    1. Então você assume que é manipulada pelos filmes, desenhos e seriados americanos, que ensinam que os EUA são um país perfeito, enquanto que os outros países só tem coisas ruins. Sempre que digo que sou fascinado pela cultura brasileira sou xingado, mas você fala que é fascinada pela cultura americana e aí tudo bem ? Liberdade é só quando convém ? Paulo.

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    2. Paulo
      Acho que não é bem por aí. Em primeiro lugar se o Brasil tem essa quantidade de filmes, seriados, desenhos, etc é porque o brasileiro gosta e assiste, porque senão gostasse não haveria.
      Segundo, muitos filmes americanos mostram as mazelas dos EUA, roubo, furto, assassinato, conspiração, a piada da CIA, etc etc etc.
      Ninguém de nós disse que não gosta da cultura brasileira e eu acho, sinceramente, que se ela tivesse dito que é fascinada pela cultura da Itália provalvemente você não diria nada. Há sim um ódio aos EUA e será que você não está também sendo manipulado pelo outro lado?
      O que importa é não ser cego nem do lado de cá, nem do lado de lá, certo?
      Abração

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  5. Muito bom esse post, adoro a cultura americana, o jeito de viver, óbvio que não quero nunca viver do jeito que não se deve repetir (rsrs) mas acho muito interessante a diferença do Brasil para os Estados Unidos, é bom ver que aqui se fala muito que eles são alienados quando eu penso exatamente o oposto, aqui é que somos alienados, pagamos um absurdo por coisas que não valem 1/10 do que foi pago. Sonho em viver nos EUA, nem que seja por um curto período de tempo para experienciar a cultura. Invejinha branca de você! Hahahaha. Mais uma vez, ótimo post. ;D Abraço.

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  6. Muito bom este post. E bem verdadeiro. A sempre dois lados de uma cultura. Parabéns pelo aprendizado

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  7. Renato, já fiz essa experiência aqui em SP, vc acorda de bom humor, elogia o cabelo da esposa, tira a mesa do café da manhã, beija o cachorro antes de sair, cumprimenta o vizinho mala, liga o carro e... Já na primeira esquina ninguém te deixa cruzar, tem que acelerar e pronto, já passei, e só continuar e o quê? O lixeiro travando a rua... A essa hora? Beleza saõ só 5 minutinhos, ainda bem que eu saí cedo! Passo e dou um aceno, coitados, emprego do cão, peraí tia, vai atravessar fora da faixa assim , nessa lerdeza? Puta merda, quase atropelo, o que uma velha dessa tem que pra fazer a essa hora da manhã? Porra, vou ter que acelerar, já tô meio atrasado, ei idiota, não quero tirar racha não, não provoca que eu acordei com a macaca, passo por cima dessa sua lata velha viu?!
    abs
    Marcio

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  8. Bom, agora vai meu comentário mesmo.

    Assim, eu tenho muitos adendos ao seu post, com o meu olhar Alabamense :).

    Verdade que os americanos daqui andam de pijama, mas o status está escancarado nas bolsa de monograma (e eu não estou falando MK, etsou falando das LV mesmo) e em outros detalhes. Aqui, carro é sim sinônimo de status porque não basta ter uma BMW, tem que ter a mais recente, a maior. E sim, quanto maior o carro melhor (o pescoço pisca! Ahahaha). Em relação a idade, não é bem assim, embora não seja gritante em relação ao Brasil que foca mais em gente nova, tem muito lugar que faz essa política de contratar gente nova. Uma coisa que acho interessante nessa terra é que ou você está na turma dos obesos ou na turma dos "saudáveis". Vejo gente correndo em temperaturas negativas e gente com 300kg. Agora, das coisas que você aprendeu, eu também aprendi :)

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    1. Lorna
      A grande diferença que eu falo daqui em relação ao status é a seguinte. É lógico que alguém rico, vai ter uma BMW ou um carrão, esquisito seria se essa pessoa tivesse um Kia Rio. No entanto, no Brasil, a pessoa "se mata" pra comprar o carro porque o valor que se dá lá é diferente. Por isso se vê sobradinhos caindo aos pedaços, com mobília de 30 anos atrás, colchão com buraco no meio, mas com um Honda CRV zero na garagem. Aqui, uma pessoa de BMW não é necessariamente rica. Deixa-se de pagar a mensalidade da escola do filho mas a prestação do carro paga senão tomam, entende?
      Agora me desculpe se vc tem, mas na minha opinião, quem compra LV...bom melhor eu nem falar hahahah
      MK vende na Ross viu?
      Tirando os trabalhos onde se precisa de força física, aqui em Orlando eu vejo o pessoal da terceira idade, toda no batente ehehe
      É assim mesmo, gente de 300 kg e gente correndo às 5 da manhã!!
      Bjss

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    2. Isso é verdade, comprar uma BMW não significa tanta coisa do salário aqui quanto no Brasil, um Honda CRV então, nem se fala. Eu ri com o comentário do Kia Rio e lembrei que os colegas do meu marido (eles devem em torno de $200.000 da faculdade) tem os carros bem velhos, com 10 ou 15 anos de uso. Compramos um carro que meu cunhado disse que custa R$70 mil, eu fiquei tão chocada com isso! Quando compramos o carro não tínhamos crédito, então pagávamomos caro a prestação, mas hoje a coisa está melhor.
      Menino, eu não tenho LV nenhuma, primeiro que eu acho que a pessoa tem que ter muito dinheiro para não se incomodar em pagar tanto em uma bolsa e segundo que eu acho feio bolsa de monograma. Eu falei da MK só para comprar com o Brasil porque a marca virou moda por lá, mas por aqui vende na Ross mesmo.

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    3. Lorna,
      O carro do Robert (que ele pagou 26,000) é vendido no Brasil por 140 mil + IPVA de 4% TODO ANO! E tem gente que tem!!
      EU não tenho idéia do que seja bolsa de monograma, mas eu acho o fim da picada, tapa na cara, selo de consumista, neoliberalista, capitalista idiota, pagar 80 mil em uma mala de viagem da LV.
      Uma amiga da faculdade mostrou a carteira LV que comprou. Eu disse, deixa eu ver? Abri e tinha 20 dólares dentro. Falei pra ela, não era melhor vc ter uma carteira de 20 e 780 dentro dela?
      Como eu faço as pessoas me entenderem hein??
      kkkkkkkkk

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  9. Faltou vc dizer umas coisinhas sobre aqui, ehehehehehe ...Vou pedir licença pra dar o pitaco.
    Aqui tem muita burocracia TAMBEM, preencher currículos online é um teste de paciencia, passwords e outras coisas, ter tv a cabo ñ significa muita coisa aqui, o que são estes programas como RAW (tenho pavor de tão ruim), the talk, jerry springer, mob wives, jersey shore, os infinitos reality shows que insistem em fazer a gente acreditar que é verdade. E a importancia que dão para as celebs de hollywood, como pode existir um programa como o TMZ com duas ediçoes, com vários "jornalistas" fazendo uma discussão séria á cerca de temas banais como a vida das celebridades. Salve o Dr. Oz. E aqui tbem tem MUITO atendimento ao consumidor ruim (infelizmente sofri várias experiencias de gente com preguiça de trabalhar corretamente). Minha humilde opinião de coisas que me lembro e me irritam muito, certamente eu ñ aprendi com eles.

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    1. Fernanda você tem toda razão. É que eu não chego nem perto de programas como esses. Obrigado pela contribuição!!
      Bj

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  10. Renato, não tem nada a ver com o post, mas é uma dúvida minha. Gostaria de saber como os americanos encaram os trabalhos pouco qualificados (que aqui no Brasil chamamos de subemprego). Sei que há muito uma cultura do trabalho e que aparentemente não eles não tem tanto preconceito quanto a isto. Mas será mesmo verdade? Será que alguém acha compensador e a própria sociedade em si, trabalhar de lavador de pratos, doméstica, etc?
    Obrigada :)

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    1. Bunitinha
      Aqui tem gente de todo tipo. Tem racista, tem preconceituoso, tem gente do bem. Geralmente trabalho é trabalho, não importa o que você faça. Mas se você tiver um bom emprego e uma faculdade é visto melhor, mas vê-se muita gente (madames) trabalhando em coisas simples.
      Bjs

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  11. olá...

    Renato , apesar de eu sempre ler seus posts nunca havia comentado , estou escrevendo justamente para dizer que partilho das mesmas opiniões e conceitos que você. Apesar de eu nunca ter morado nos USA já fui algumas vezes a passeio a Orlando , Miami e NY. Confesso que antes de ir tinha uma opinião completamente diferente do país e principalmente das pessoas.
    Na minha humilde opinião as 2 coisas que mais diferem entre os 2 países são; primeira educação , todas as vezes que fui ao país sempre fui muito bem tratado , em todos os lugares ( como vai ? , como foi seu dia ? , obrigado , dirija com cuidado ... ) , na primeira vez que eu fui isso me impressionou bastante , e é impressionante como receber , e fazer gentileza faz bem , e a segunda coisa é a segurança; eu não posso falar pelo resto do Brasil , mas eu moro na grande São Paulo , na cidade de Santo André , e sinceramente sobre isso nem tenho muito que comentar pois isto é publico e notório que as autoridades já perderam o controle faz tempo , vi no seu post e em alguns comentários falando sobre veículos e infelizmente se as coisas continuarem neste rumo por aqui carro bom vai ser carro blindado.

    Att Filipe Zampol.

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    1. Oi Filipe
      Sim, a gente percebe muita diferença de um lugar pra outro. Acho que se você vive nos Jardins, tem dinheiro e só anda entre pessoas da classe A talvez não veja muita diferença, mas alguém "mais comum" vai notar uma diferença tremenda
      Abração

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  12. Ótimo post, como sempre,Renato!
    Me responde uma curiosidade: como anda a questao do seu visto? Você pretender ficar aí "pra sempre" (enquanto der)?

    Fique a vontade para recusar a resposta viu? É apenas curiosidade...
    Abraços
    Ana Luiza Oliveira

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    1. Ana
      Agora estou usando o OPT (optional practice training) por 12 meses. Estou fazendo trabalhos com uma empresa de decoração e design de casas de aluguéis de temporada. Se não encontrar nada melhor, o dono da empresa já disse ter interesse em me contratar. Dái darei entrada no visto H1-B que é quando uma empresa te patrocina. No mês que sai, já dou entrada também no pedido de green card.
      Abração!

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    2. Boa sorte e obrigada por mais esse post bacana!

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  13. Renato, algumas das experiências e lições mais importantes que eu tive na vida foram proporcionadas por americanos e geralmente seniors. Uma vez, aos 17 anos, encontrei um grupo de evangélicos americanos na fila de um McDonald's de Belo Horizonte. Eles estavam tendo dificuldades com o cardápio e eu acabei servindo de intérprete para eles. Um homem me deu dinheiro por isso e eu fiquei na maior vergonha, disse que não ia aceitar, mas ele foi tão sincero e carinhoso que eu acabei aceitando. Disse que se não fosse por mim nem ele nem o seu grupo teriam conseguido comprar as refeições e por isso que eu aceitasse aquele dinheiro como prova da gratidão deles...
    E quando vou aí, fico sempre impressionado com os seniors fazendo trabalhos voluntários. Da última vez, já fui recepcionado no aeroporto de Dallas por vários deles. Trabalham prestando informações para os usuários incautos se orientarem naquela "cidade" onde é fácil se perder. E vão com uma alegria que eu não vejo nem de longe nos seniors aqui da minha região, que são muitos...
    abraço!

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    1. Que experiencia legal Alex. Infelizmente alguns estão com a mente tão fechada com respeito aos americanos que não conseguem ver coisas simples e tocantes como estas. Em todo lugar tem coisa boa e coisa ruim. Eu particularmente acho o americano comum muito humano.
      Abs!!

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  14. AMEI AMEI AMEI !!!!!!!! e bateu a saudade de qdo morava aí..... eu era feliz e ñ sabia (verdade)

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  15. Acho que gente inteligente aprende sempre, ate mesmo velhinho, desdentado e careca.. rsrs...

    viver outra cultura eh uma otima forma de aprender, e tenho certeza que toda e qualquer civilizacao tem coisas boas e coisas ruins, ninguem eh perfeito!

    Enquanto estivermos aprendendo, estamos nos aprimorando na arte de viver...


    BJo
    Renata

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    1. Careca eu já to, mas barrigudo e desdentado eu não fico!!
      Bjo!

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  16. Boa noite, Renato!! Muito legal ler os seus comentários sobre esta terra. Vc retratou a realidade com muita fidelidade e propriedade! Em toda volta pro Brasil eu sempre falo que estamos a anos luz da civilização. Saúde, segurança, educação e estradas vão demorar muuuiiito pra chegar aqui. Triste realidade!!! Como é legal um país que te respeita pelo seu trabalho, não pela sua idade!! Abraços pra vc e aproveite bastante!! Elenira

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  17. Na boa,quem ler certos comentários aqui pensa que o Eua é uma maravilha,todo economista sério,sabe que o Eua esta numa forte crise,dependente da China,que o governo Obama tenta maquiar.E segundo o Ricardo Amorim,do Manhattan Connection,que voltou p/o Brasil,disse que eles não devem sair tão cedo.
    Não é a toa,que até a turma da oposição já admitiu o numero enorme de brasileiros voltando,alias quando vimos embaixador americano,indo no programa da Ana Maria Braga,pedir p/brasileiro visitar o país,alias só quem antes da crise foi tentar um visto de viagem,via a diferença antes e agora.
    Esse Eua fantastico,que encantava os brasileiros,ficou nos anos 80,o dinheiro mudou de mãos,hoje fala-se dos países emergentes,alias liderada pela China,que tem o IDH abaixo do Brasil e sobre isso de IDH,se eu fosse levar a sério,estaria vivendo em Cuba,que aparece bem na frente do Brasil.
    Recomendo verem o SOS Saúde do Michael Moore,que mostra a realidade americana,aonde na boa,prefiro ser classe média no Brasil,do que viver na pobreza americana,sem falar da saúde,me lembro até de quem diria o Arnaldo Jabour,que odeia o governo,dizendo que se o Obama conseguisse ter uma saúde igual ao sus brasileiro seria uma vitória,sem falar que os brasileiros,que conheço e ainda não voltaram,pq.a maioria voltou,sempre vem ao médico no Brasil,pq.sabemos como é cara a saúde no eua.
    A grande coisa vantajosa do eua mesmo,são os importados,que aqui por causa dos impostos aumentam muito o valor,de resto,aquele eua dos anos 80 é passado,conheço por experiencias proximas a mim,basta pesquisar informações e matérias no google,como caiu e muito o numero de pessoas querendo ir p/o eua,até uma representante da embaixada americana falou na tv.Agora pode ser que a pessoa vá e se dê muito bem,o que antes era boa parte dos brasileiros,será minoria.E essa de educação dos americanos,até questão de ensino,basta ver o ambiente de realities shows,como Jersey Shore e vemos como o mundo esta globalizado,até no mau sentido.O que gosto no Eua e aqui no Brasil tb e nesse blog,parabéns por isso,é a democracia

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    1. Sabe o que eu acho? Que cada um vê aquilo que quer. Eu poderia ficar aqui discutindo com você por dias e não levaria a lugar nenhum. Tem cubano em Cuba que diz que o país é o paraíso. Tem cubano aqui na minha faculdade que fugiu de lá porque diz que era a mesma coisa que viver no inferno.
      As pessoas veem o que querem.
      É o que eu sempre digo aqui. O que importa é não ser cego nem do lado de cá nem do lado de lá.
      Então se você está feliz aí, parabéns! Eu estou mais feliz do que nunca aqui e daqui eu não saio!
      Saudações

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  18. Olá Renato,

    Adoro seu blog e gostaria de comentar sobre os hábitos alimentares aí. Já estive nos USA de férias 3 vezes e já experimentei "as porcarias" pra saber como eram.. hehe Mas acredito que apesar da quantidade de conservantes dos alimentos só é gordo aí quem quer e tem preguiça. No mercado mesmo, achei prateleira com tantas opções de barrinhas, cereais e sucos que nunca vi por aqui. Inclusive aí, acabo comendo mais salada do que aqui. Comi até alcachofra que nunca tinha comido. Acredito que manter essa dieta "saudável" custa mais caro do que comer McDonalds a U$1, mas ainda assim é possível..
    Abraço e muita sorte pra você!

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    1. Fran
      Realmente aqui é mais fácil fazer regime, as saladas já vem prontas, cortadas e com um monte de coisas que daria um trabalhão danado pra preparar. Tem muita opção mesmo, só sede quem não tem vergonha na cara gorda, como eu por exemplo :P
      Bjs

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  19. Olá, Renato! Tudo bem?

    Há uns 60 dias que fui contagiada pelas minhas filhas pela ideia de ir à Orlando. Então comecei as pesquisas (confesso que nunca tinha pensado em ir aos EUA), e através dos seus posts comecei a mudar os meus conceitos. Estávamos planejando 10 dias de férias em janeiro/14 e agora já queremos ficar pelo menos um mês e conhecer um pouco mais da cultura americana... "As coisas que você aprendeu com os americanos, agora estou aprendendo com você"

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    1. Que ótimo! Tenho certeza que você vai adorar!!
      Abs!

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  20. Ola, Renato.
    Tudo bem, eu gostaria de saber sobre os cursos de ingles ai em Orlando, eu estudo em Sao Paulo numa escola wise up e fiquei sabendo que eles tem uma filial ai, vc poderia me dizer como vc aprendeu ingles aqui no Brasil ou se seu aprendizado foi mesmo nos estados unidos. Desde ja muito obrigado e adorei seu post.

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    1. Não conheço
      Eu estudei por 4 semanas em Boston período integral em 1995. Depois disso, só estudei por conta
      abs

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  21. Olá Renato, sou o André do Rj ,na minha primeira viajem a Florida em 2013 eu adorei TUDO (deu vontade de não voltar mais pro Brasil),Agora 2 coisas que vc citou eu vi ai na Florida e achei curioso ,primeiro o tamanho dos sanduiches , pratos de comida e principalmente copos de refrigerantes que pareciam jarras .Tudo era tão grande que eu tinha que dividir ao meio com meu irmao.,Tambem achei curioso as muitas pessoas de pijama em um mercadinho tipo loja de conveniencia (era inverno) num sabado a tarde.Abraços !

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  22. Parabéns pelo blog!!! Realmente gosto da cultura dos EUA, como é bom dirigir aí, como é bom ter segurança, como é bom conviver com pessoas onde a maioria são bem educados!!!! Outra realidade, outra mentalidade!!!! Leis realmente existem e por isso que o índice de criminalidade é baixa! Continue por gentileza nos mostrando essa realidade daí, quando viajo não consigo escolher outro País, os EUA mora no meu coração! Grande abraço!!!!

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Etiqueta cai bem em qualquer lugar, até na internet. Seja educado ao comentar e perguntar. Olá..., meu nome é..., por favor e obrigado são palavras que ainda estão em uso e mostram cordialidade. Afinal, o blog não é balcão de informações de shopping e embora eu esclareça as dúvidas de todos de bom grado, não ganho nada para isso.
Obrigado por comentar e abração!

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