sábado, 13 de junho de 2015

Voltar ao Brasil é uma Opção?



            Alguns dias atrás postei no Facebook o relato do Márcio que depois de 11 anos explicou no blog dele porque estava voltando ao Brasil. Você pode ler o relato dele, se quiser, aqui. Em seguida postei um link sobre uma matéria baseada em comentários a um outro post sobre o mesmo tópico, "voltar ou não a viver no Brasil". A maioria das pessoas que comentaram no Facebook do blog disseram que não concordam com a decisão do Márcio, porém alguns concordaram com ele. E houve também aqueles que perguntaram a minha opinião sobre o assunto.

            Essa questão é muito pessoal e é muito difícil tomar uma decisão como essa de voltar ao Brasil, como também não é fácil tomar a decisão de sair dele. Segundo pesquisadores e psicólogos, a readaptação no país, é mais difícil do que a adaptação no país estrangeiro. Deixar para traz a família, amigos e tudo o que você adquiriu durante uma vida (e que têm valor sentimental) e chegar aqui com 3 malas para começar do zero não é algo fácil. Imagina deixar agora tudo que se adquiriu no estrangeiro e começar do zero novamente? Mas eu tomei a decisão de viver em um país estrangeiro e não me arrependo.

            Houve muitas pessoas que me chamaram de louco, de "traidor" e muitas outras coisas. Até hoje eu recebo mensagens de pessoas que dizem que "brasileiro que é brasileiro fica no Brasil e luta por um Brasil melhor". Como se sair do país, ou mesmo deixar de votar, não fosse um ato de protesto pela insatisfação com tudo o que acontece no nosso país. A verdade é que cada um sabe aonde o calo aperta. E o que eu vou dizer agora é a minha opinião, nua e crua, mesmo que seja acusado de "desertor", "preconceituoso", "metido", "deslumbrado", "portador de síndrome de vira-latas", etc. Na era do "politicamente" correto, não se pode dizer mais nada sem cair em desgraça. Por causa disso mesmo é que os americanos perderam Miami para os cubanos e não podem dizer mais "Feliz Natal" no comércio pois ofende os que não são cristãos, ateus ou que não celebram o Natal. Por isso encare meu relato como um desabafo.


            Eu simplesmente não aguentava mais viver no Brasil. Eu achava que tinha nascido no país errado. Nada do que vou dizer é novidade, mas o custo de vida, a poluição de SP, o trânsito, o crime, o desrespeito do brasileiro pelo próximo, o desrespeito do governo para com a população, a sujeira política, a roubalheira descarada, a facilidade de como se mente, a polícia, os ladrões, os "Gersons" da vida, os impostos, a falta de educação (de todas as classes!), a falta de civilidade, a petulância de alguns dos pais dos meus alunos (era professor de escola privada de alunos de classe alta), as condições de vida, os preços de tudo, e mais uma longa lista de coisas faziam a minha vida miserável! Estou sendo sincero, eu realmente sofria com essas coisas. E por ter conhecido outros 15 países e ter passado tempo considerável com pessoas de lá, via, a cada viagem como minha vida era ruim e sofrida no Brasil em comparação com classe média e classe média baixa desses países. Dos que eu visitei, o Brasil só era melhor que o Paraguai. E não pense que eu tinha baixo salário no Brasil. Tinha salário alto, morava em um apartamento em um excelente bairro, tinha carro novo, boas coisas etc. Mas a que custo?

Só há uma palavra para descrever São Paulo - Caos...

            O engraçado é que eu ouvi de um professor "socialista" na escola que eu trabalhava a seguinte frase: "Ué, se alguém não está contente com os alunos ou com os pais dos alunos, mude de profissão ou mude de escola!". Embora tenha ficado com raiva dele na época, conclui depois que ele estava certo. Se trata daquele velho ditado, "não está contente? Se manda!". No entanto, existe uma exceção, segundo estes. Se for país, não pode. Se estiver descontente, não pode mudar de país, porque daí você é um fdp". Eu ainda me pergunto hoje se as pessoas que criticam quem quer sair do Brasil, realmente pensam assim ou será que há outros sentimentos envolvidos??

            Por estes e outros motivos eu tomei a decisão de ir para o mundo. Ir para outro país, para estudar, viver, ter novas experiências, etc. Planejei desde 2006 e em 2009 fiz minha mala e vim morar nos EUA cursando Arquitetura de Interiores em uma faculdade de Orlando. Foi uma experiência incrível. Mas nem tudo foi rosas, é claro. Tive que fazer tudo que imigrante faz, trabalhos manuais, limpeza, pintura e por aí vai até conseguir meus documentos. Mesmo assim nunca fui discriminado ou mal tratado por quem quer que seja. Aliás, quando trabalhava para brasileiros como guia turístico, guia de compras, etc fui maltratado várias vezes.

A maioria dos estudantes e imigrantes trabalham nos primeiro
anos com limpeza e este foi o meu caso também.

            No relato do Márcio, ele cita vários fatores como por exemplo a língua e a cultura. Com respeito à língua, algumas pessoas não conseguem se tornar totalmente fluentes e por vários motivos. Muitos sequer aprendem inglês mesmo vivendo nos EUA por muitos anos. No caso do Márcio, pode ser que em casa eles falassem português, pode ser que ele, por ser engenheiro, das exastas, não tenha aptidões como os de humanas têm para com as línguas. E como foi meu caso, afinal também sou engenheiro? O começo foi difícil na faculdade, no segundo ano eu já era completamente fluente. A pior parte é quando você não tem o vocabulário para se expressar em inglês e também já esqueceu como se fala em português. A idéia fica dentro da cabeça e não sai pra fora de jeito nenhum.  Mas com bastante empenho, é possível superar as barreiras da língua. É possível ficar fluente e ter bem pouco sotaque (eliminar é impossível, para adultos). Não é minha opinião, é fato científico. Para mim a língua não é mais nenhum problema.


            Quanto à cultura, ele tem razão, realmente não é a sua. Nós crescemos com um tipo de comida, música, piadas, humor, histórias, cheiros, cores, personagens, programas de televisão, etc. A gente sai do Brasil, mas o Brasil não sai da gente. E isso não é ruim! Seremos sempre brasileiros e eu me orgulho disso. Não quero renegar a minha cultura e nem sequer esquecê-la. Em casa eu ouço MPB, assisto novelas brasileiras, programas de humor, Globo Reporter, mini séries, etc. Eu cozinho pratos brasileiros para americanos e eles adoram. Mas cozinho muitos pratos que aprendi com os americanos e os brasileiros gostam muito também. Entendeu o ponto? Não é a sua cultura, mas nada impede de você pegar o que há de melhor nela e incluir no seu dia a dia. Não é preciso renegar uma cultura e abraçar a outra. Também do mesmo modo, se livrar de traços da cultura brasileira que não são muito desejáveis e acredite, por mais educado que sejamos, nos pegamos fazendo coisas que não devíamos.


            Sim dá saudades, de muitas coisas. Mas eu penso que as saudades que eu tenho é de uma vida que não existe mais pra mim no Brasil. Eu mudei e a sociedade brasileira também. A saudade que eu tenho é de uma vida décadas atrás, é preciso ter bem consciência disso. Se eu decidisse voltar, não voltaria para aquela vida de décadas atrás. Voltaria para a vida da época que eu decidi que queria sair do Brasil! Disso eu não me engano!
            Outras saudades são de coisas que mesmo morando no Brasil eu jamais teria. Saudades de coisas do passado. Saudades da minha mãe, que faleceu o ano passado.


            E não é balela, nos EUA há mais, e melhores oportunidades do que no Brasil. É fato cientificamente provado. O índice de desenvolvimento humano nos EUA (IDH, que mede a facilidade de se conquistar e ter qualidade de vida, como também oportunidades, índice de pobreza e muitas outras coisas) é o quinto no mundo. O Brasil é o 88º. Atrás até de Portugal, Chile, Argentina e muitos outros países mais pobres que o Brasil. No Brasil tudo é difícil, infelizmente. Não me leve a mal, aqui também há seus problemas e até alguns absurdos! Mas em escala muito menor.


O Brasil nem se encontra entre os 50 primeiros. Mesmo tendo PIB muito maior
que muitos outros países.
            Se me perguntarem seu eu voltarei a morar no Brasil eu digo sinceramente que acredito que não. Eu não consigo mais viver no Brasil. Das vezes que eu fui visitar, depois de alguns dias já queria voltar "para casa". Sim aqui é a minha casa. A nossa casa é aonde o nosso coração está. No caso do Márcio, o coração dele não saiu do Brasil. Eu gosto muito da vida que eu tenho nos EUA. Eu gosto da organização. Eu gosto da educação da grande maioria das pessoas. Eu gosto das minhas janelas sem grades, do jardim da frente da minha casa sem muros, dos meus vizinhos. Eu gosto da natureza de Orlando, das dezenas de passarinhos, esquilos, e outros bichos que vêm comer e fazer ninhos no meu quintal. Eu gosto do silêncio e respeito da vizinhança, depois das 10 horas na noite. De dormir sem ouvir nenhum barulho. Eu gosto do respeito no trânsito (nunca vi um acidente de trânsito em 5 anos, só na televisão). Eu gosto de ir ao supermercado com 100 dólares e trazer 4 grandes sacolas cheias de coisas. Eu gosto do fato de que não sinto medo quando ando nas ruas, quando entro e saio do carro, quando vem uma moto em minha direção. Eu gosto de ver o quanto eu pago de impostos em cada compra e ver que, nos ítens de alimentação (leite, ovos, batata, legumes, arroz, etc) o imposto é ZERO. O imposto da gasolina também é zero. Eu gosto de ver o quão devagar os carros trafegam pelas ruas residenciais e que todos páram no sinal do stop. E ver que, em um cruzamento de 4 vias, sem semáforo, todos páram e cada um sai na mesma ordem que chegou, sem auxílio nem mesmo de guardas de trânsito e ninguém se confunde ou fura a fila. Eu gosto de andar de bicicleta e ver que os carros ao passarem por mim reduzem a velocidade e dão a distância de 1,5m. E que as pessoas ao me cruzarem, cumprimentam sem nem mesmo me conhecer. Eu gosto de ver meus vizinhos nos finais de semana cortando suas gramas e cuidando da aparência externa de suas casas (embora por dentro a gente sabe que é diferente). Eu gosto de ir aos restaurantes de Orlando e sempre ser servido com um sorriso por um atendente americano. Eu gosto do fato de não ver animais abandonados nas ruas já por quase 6 anos. Eu gosto de ver o cuidado que os americanos têm com seus cachorros e gatos. Quase não há cachorros soltos no quintal. Todos querem ter seus melhores amigos dentro de casa com eles, longe do calor escaldante ou do frio intenso. Eu gosto de ver crimes sendo solucionados (a estatística é de 90%). Eu gosto de ver criminosos, independente da classe social, ir para a cadeia pagar pelo que fez. Eu gosto do respeito do americano pelas leis. Eu gosto da qualidade das construções e do acabamento das casas nos EUA. De quanto conforto térmico, acústico, etc, se tem dentro delas. E que pessoas de classe média baixa e pobres podem ter conforto também! Eu gosto do cuidado que a prefeitura teve em fazer sarjetas arredondadas para que os carros não risquem as rodas nelas. Eu gosto da velocidade da internet e do telefone 4G. Eu gosto da confiança que o governo dispensa à população enviando a placa do carro pelo correio para que você mesmo parafuse no carro. Eu gosto do fato de que a palavra do cidadão tem valor até que se prove ao contrário. Você diz "foi assim" e todos acreditam. Eu gosto de não ter medo da polícia e eu sorrio quando vejo uma pessoa negra em uma Mercedez, BMW ou Audi (e é bem comum), pois eu percebo que os afro-americanos têm mais oportunidades aqui. Eu gosto de viver aqui. Eu sou feliz aqui. Poucas coisas me incomodam.

Em pequenas coisas podemos ver consideração. A grande maioria
das sarjetas são arredondadas para evitar acidentes e para
que os carros não risquem suas rodas

Sua casa é onde seu coração está

            Antes que alguém diga alguma coisa sem sequer me conhecer, leia o blog, que todos os defeitos dos EUA estão escritos aqui. Os EUA não é um país perfeito, nem todo bairro é igual ao meu, há crimes, há gente doida, injustiças, etc, etc, etc e eu já escrevi muito sobre isso, em vários posts. Mas nada se compara a situação atual do Brasil, que me deixa muito triste pois eu tenho família e amigos lá. Além do que eu acredito que, o povo brasileiro é único e maravilhoso, amistoso e muitas outras qualidades e fico triste que tenham que sofrer. No entanto, basta um Carnaval, uma Copa, um campeonato brasileiro para que esqueçam de tudo isso... e idolatrem um estúpido que disse que "copa não se faz com hospitais".

            Eu me adaptei tanto nos EUA que não conseguiria mais me adaptar com as condições do Brasil. Isso é bem claro pra mim. Eu sei que eu tenho saudades de coisas que não existem mais. Como um antigo relacionamento, eu sei que tenho saudades das coisas boas, mas lembro bem como era um inferno (pra mim) conviver com a pessoa no dia a dia. No entanto, nunca vou deixar (e nem quero) de ser brasileiro. Nunca vou deixar de amar a minha cultura, meu povo, minha terra. Só não dá mais para morar lá. Eu amo o Brasil, mas infelizmente, meu amor não era correspondido...

            O meu conselho é: Se a vida é muito boa no Brasil, fique no Brasil. Se a vida é ruim, tente melhorá-la! Trabalhe mais, estude à noite, mude de emprego, aprenda línguas e se, depois de tudo isso, a pessoa ainda se sentir mal, procure outro lugar onde se possa viver melhor e ser feliz. Todos somos cidadãos do planeta Terra. Por causa dessa merda de patriotismo é que o mundo tem tantas guerras. Boas ações podem ser feitas em qualquer país em que se viva. Nossos avós e bisavós também deixaram suas pátrias e ninguém critica isso. E eu vou dizer pela décima vez: "O mundo é muito grande para se nascer e morrer no mesmo lugar". 



 
Foto em minha casa, com meus cachorros Dexter e Annabel
recebendo clientes brasileiros que se tornaram amigos ;-)


83 comentários:

  1. Samantha Figueiredo13 de junho de 2015 10:07

    Renato, AMEI seu relato. Sou filha de uma espanhola e um português, mas os dois com o coração brasileiro e que não voltariam a viver no país deles. Exatamente o que vc diz aí, tantas pessoas vieram de fora pra viver no Brasil e não são criticadas. A verdade é essa, procurar viver melhor.
    Vc descreveu perfeitamente o que eu tenho sentido no Brasil e o que eu vejo nas vezes que visitei os EUA. Qualidade de vida, respeito, segurança, leis sendo cumpridas, isso não existe aqui...
    Eu tenho andado bem cansada do Brasil, muito revoltada com coisas pequenas, mas que andam me estressando. Eu e meu marido temos conversado sobre viver nos EUA durante um ano, mas tenho medo de depois não nos adaptarmos ao Brasil novamente...rs
    Adoro ler seu blog!!!

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    1. Obrigado Samantha. Tem que se pensar muito bem e planejar bastante.
      Abs

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    2. Oi Renato! Tudo bem? Nossa,tudo o que você disse também me incomoda muito no Brasil! Moro no interior de São Paulo, São José do Rio Preto. Até pouco tempo, relativamente calma, apesar de ser uma das maiores do interior, mas ultimamente a violência anda constante em meu bairro.Eu, meu marido e meu filho visitamos Orlando o ano passado e ficamos encantados!Os americanos nos trataram muito bem, ao passo que a maioria dos brasileiros se mostrava esnobe e mal educada. Ficamos horrorizados com uma que gritava com a vendedora americana que queria ser atendida logo. É lógico que tem as exceções, pois encontramos um pesoal de São Paulo muito bacana.
      Meu marido e eu somos funcionário públicos e por essa estabilidade é que continuamos aqui. Mas, quem sabe um dia... Também sou professora, mas da rede pública e tento formas crianças mais conscientes para um futuro melhor desse país maravilhoso, mas tão maltratado. Abraços e sucesso.

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  2. Olá Renato. Gostei de sua explanação. Também concordo que o mundo, gigantesco com e, não tem fronteiras. Temos que simplesmente correr e viver este sonho. No teu caso, virou realidade. Não importa se vc teve que se mudar para os EUA, eu se pudesse faria o mesmo. E se estivesse bem como vc, nunca pensaria em voltar para o Brasil!!! Continue assim. Também adoro seu blog !!! Abração seu xará Renato.

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  3. Oi Rê!
    Parabéns pelo seu relato, vc é um vencedor e merece muito $uce$$o!!!
    bjos
    Tia Rosita

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  4. Patricia Van Marlen13 de junho de 2015 12:36

    Olá Renato. Totalmente ADOREI o que voce escreveu. Voce conseguiu expressar o que sempre senti nos 22 anos que moro nos EUA e sinto até hoje. Até me emocionei com seu relato. Obrigada por dividir com a gente! Xoxo

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  5. Disse tudo Renato. Um abraço
    Alessandra Haak

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  6. Renato, excelente texto. Tem muita conexão com a minha vida, quando eu e minha esposa decidimos sair do Brasil e vir para a Europa. Até o momento é difícil dizer se voltaremos ou não ao Brasil, somente o tempo nos trará esta resposta. Acredito tb que devemos buscar sempre a nossa felicidade seja onde for. Acompanho seu blog. Parabéns. Um abraço

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  7. Oi Renato, caracas... parece que somos irmãos gemeos,compartilho exatamente da mesma opinião!!! De fato faz apenas 1 ano e meio que sai do Brasil e voltei em Outubro para consertar meu visto q o consulado americano cometeu um engano, pois eles nao erram, claro...rs.... E de fato parecia que eu tinha saído do Brasil há uns 10 anos... De fato desde a primeira vez que saí do Brasil, já comecei ficar indignada e insatisfeita com tudo o que via e ouvia e fizemos exatamente o que vc fez, economizamos e estamos aqui começando do zero, mas muito feliz e o melhor nos sentimos seguros, aqui é o nosso lar, o nosso coraçao escolheu esse país com suas muitas qualidades e seus defeitos tb, mas com certeza não se comprara ao Brasil e ao contrario do que muitos brasileiros falam q americanos nao sao amigaveis, nao tenho problemas, meus amigos são americanos e super solidarios, estão sempre dispostos a nos ajudar e de fato nos ajudam muito e especialmente com meus filhos. Obrigada por compartilhar sempre sua historia, suas decisoes conosco, te admiro muito por tudo, mas especialmente pela sua paciencia, pois acredito q muitas vezes vc precisa contar até 10 ou será até 1000 ??? rs ... com alguns comentarios !!! obrigada !!!

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    1. Obrigado pelo relato!
      Abração e boa sorte pra vcs!

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  8. Muito bom o texto. Também moro na América há quase 11 anos e concordo plenamente com o que você escreveu. Muito bem colocado e eu poderia adicionar muitas outras razões por que escolhi viver aqui e não retornar ao Brasil. É sempre acho bom voltar para visitar porque sempre me faz lembrar os motivos que tomei a decisão de mudar. Só uma correção... A gasolina aqui tem imposto sim, só que diferente dos outros produtos, ele já é adicionado ao preço do galão. Logo abaixo do preço tem um aviso que todas as taxas estão incluídas. Mas como tudo nesse país, existe transparência e informações são sempre colocadas à disposição da população. Esse Link http://www.api.org/~/media/files/statistics/statemotorfuel-onepagers-apr-2015.pdf lista todos os valores de impostos de gasolina e diesel por estado.
    Muito bom mesmo seu texto. Quando li o texto do Márcio eu também discordei do que ele falou sobre o idioma e a cultura. Depende muito da pessoa e de quanto você está disposto a abraçar tudo que o seu novo país tem pra oferecer. Depois de 12 anos aqui, ainda existem referências culturais que não entendo de imediato, mas é raro acontecer porque sempre procurei conviver com americanos e sempre encontrei pessoas dispostas a explicarem coisas que não entedia. Mas essa foi a minha escolha, eu quis absorver a cultura o máximo possível sem perder poucas coisas boas que trouxe na memória sobre ser brasileira.

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    1. Obrigado pelo relato! Não sabia da gasolina, de qualquer maneira é bem mais barato né?
      Abração!

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  9. Oi, Renato
    Achei bastante sensatas suas palavras e revelam muito o seu caráter. É realmente muito difícil pensar da mesma forma que você e continuar morando aqui. Muitos discordam porque já se acostumaram ao "jeitinho" brasileiro até por questão de sobrevivência. Só sugiro uma pequena correção no seu texto quanto à natureza pacífica do brasileiro. Sobre a questão sugiro um vídeo de Leandro Karnal sobre o ódio no Brasil: http://youtu.be/uY1EJ7BhP6Q
    Um abraço.

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  10. Renato, sabe o que eu achei de mais interessante no seu relato? Você falando do trânsito de Orlando, dizendo que nunca viu um acidente de trânsito por aí.
    Vou te falar algo surpreendente: o trânsito de Ottawa não é bom. Em primeiro lugar, a cidade é antiga e histórica para o padrão canadense (ou seja, tem uns 170 anos) e não há como alargar as ruas. O problema de saturação, que conhecemos bem do Brasil, acontece aqui também.
    Além disso, há motoristas que não primam pela civilidade ao volante. Principalmente agora que estou fazendo auto-escola para tirar a habilitação definitiva canadense - muito embora eu ame a vida de pedestre e transporte coletivo que posso ter aqui - tenho visto pequenos acidentes de trânsito muito frequentemente. Cheguei a ver em dois dias seguidos, praticamente no mesmo local. Geralmente o script é o mesmo: pedestre atropelado atravessando a rua ou um carro enchendo a traseira do outro.
    O meu instrutor, que é canadense (há muitos imigrantes prestando esse serviço), diz que muitos seres humanos se transformam ao pegar num volante, não importa a nacionalidade. Interessante, não? Abraço, Alexei

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    1. Grande Alexei
      Sim, em NY também é um caos talvez pior que SP. Aqui embora eu ache o paraíso, os americanos de outros estados reclamam!
      Um abração a vocês!

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  11. Renato, meu sentimento de desesperança com o Brasil é o mesmo, inclusive com os brasileiros. Se eu fosse 10 anos mais nova tentaria a vida em outro país e confesso que gostaria de morar no Canadá. Tenho incentivado minha filha adolescente a estudar fora do Brasil e não voltar mais pois acredito que este país está em um buraco tão grande que nem meus netos terão a chance de uma vida melhor pelos próximos 20 anos. Parabéns pelo seu blog e tudo de bom para você neste seu novo lar!

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  12. Conheço muitos que voltaram e não tem esta de comparar uma coisa ou outra. As vezes ta melhor no Brasil do que imigrante nos USA ou qualquer outro pais. E as vezes ta melhor nos USA. Rico não imigra, ele cuida dos seus business e vai para onde quiser. O problema dos imigrantes que vão tentar a vida, as vezes não tem outra opcao. Tem que ralar mesmo e limpar chão onde os patrões caminham. Muitos não se enquadram com esta vida. Ate acho que eles falam muito isto e aquilo para se valorizar e ser 'alemão", italiano, 'inglês e americano. So que não são! Sao imigrantes ou ainda nem. Nem todos querem começar do zero e ralar e ter vidinha pobrinha nos USA para dizer que 'la eh melhor". Sonho americano vira pesadelo.

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    1. Olá, obrigado pelo seu comentário. Só gostaria de fazer uma observação. Rico emigra sim. Como corretor já ajudei 4 famílias ricas brasileiras que emigraram para os EUA no ano passado. Venderam tudo e se mudaram definitivamente.
      Nem todos que migram para os EUA tem que passar por serviços como o que você disse. No meu caso, o dólar dobrou e faltou dinheiro para a faculdade.
      Uma outra coisa é que para a grande maioria uma vidinha pobrinha nos EUA é como classe média ou média alta no Brasil. Até mesmo um carteiro aqui nos EUA pode morar em uma casa com piscina, ar condicionado e andar de carro automático. No entanto, pelo meu relato, você pode perceber que este não era o meu objetivo (embora hoje tenho vida de classe média alta nos EUA), mas sim ter tranquilidade, segurança, organização e viver em uma sociedade mais civilizada, coisa que mesmo ricos no Brasil, não têm.
      Abs

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  13. Renato, como eu disse sempre outras vezes você é um amigo, embora nunca tenhamos nos conhecido pessoalmente...mas um dia a gente se vê.
    Aprendi por experiência pessoal que não dá para ser brasileiro e viver em outro país sendo brasileiro...Quem vai morar fora do país mesmo se for para voltar um dia, tem que ter consciência que ele deve se tornar tão nativo quanto possível! Embriagar-se na cultura local de modo normal e mesmo passando vergonha praticar o idioma até conseguir fluência total!
    Nos momentos particulares e intimistas podemos exercitar algumas coisas de nossa cultura desde que não influencie o nosso dia-a-dia como cidadão local!
    Mas, como você conheço brasileiro que moram há décadas nos EUA, mas querem continuar vivendo como se ainda residissem em São Paulo na Vila Mariana ou no ABC, e praticamente recusam-se a um esforço maior para entender o idioma...Mesmo sendo engenheiros, advogados e até acredite professores!!
    Mas conheço outros que em pouco tempo adquiriram fluência mas preservam um engraçado sotaque que lembra os russos e jamaicanos nos filmes da tv falando inglês.
    Tudo é questão de empenho pessoal e foco.
    E sabemos que tem gente que acredita que os problemas são de dois tipos: Uns não tem solução! E outros Resolvem-se sozinhos! Uma citação : Presidenta [ Desculpa Pasquale!] Dilma Roussef.
    Abraços

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    1. OI Galvan!
      Muito obrigado pelo seu comentário! Sim amigo, vc tem razão. Alguns querem viver como viviam no Brasil. Mas levando não é querido?

      Eu falei Presidente Dilma?
      (odeio essa palavra presidenta!)
      Olha que interessante:
      http://revistalingua.com.br/textos/62/presidente-ou-presidenta-248988-1.asp

      Abs!

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    2. Só petista fala presidenta...

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  14. Oi Renato estive a passeio em Orlando em 2014 e os poucos dias q passei por la com minha familia foi como se eu já conhecesse tudo. Nao tive vontade de voltar ao Brasil e tenho um grande desejo de ir embora para la. A verdade e q nao sabemos como dar inicio a este planejamento. Fica a pergunta como iniciar um planejamento para ir embora do Brasil?

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    1. Patrick
      Comece lendo o blog. Você vai achar o caminho. Mas leia de cabo a rabo.
      Está tudo aqui
      ;-)

      Abs

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  15. Renato, adorei o seu "desabafo", preciso, direto e de muito bom gosto. Moro aqui nos EUA desde 1987. Já vi muita coisa nesse tempo. Eu só gostaria de acrescentar e ou comentar sobre sua materia.
    Patriotismo não é uma merda. É o coração, é maquina que gira os EUA. No Brasil, é o patriotismo que esta comecando a abrir os olhos do povo Brasileiro. Nem todos, pois os "Gersons" como voce mencionou, não querem mudar o Brasil, é desse jeito que eles gostam de viver, tirando vantagem de um sistema corrupto, sem moral e sem respeito. E alguns desses mesmo veem para os EUA, e continuam com a mesma mentalidade e ações contra o seu proprio povo Brasileiro, enganando, roubando e desrespeitando, eu sei de centenas de casos. O mais recente, um casal com 4 filhos, cheios de planos e esperança, caiem nas garras de uma Brasileira sem escrupulos, aluga uma casa com o valor bem acima do mercado, em um bairro perigoso, sem agua quente, esgoto quebrado, air condicionado em pessimo estado de conservação, sem limpar e sem pintar o lugar, sem falar nas baratas, enfim, sem licensa de realtor, tira quase $5,000.00 e depois de muitos abusos, ofensas e ate chamar a policia, praticamente despejou essa familia, tendo agora que retornar so Brasil, sem nada. Resumindo, eu não li a estoria do Marcio, mas sei que existem varias pessoas que retornaram ao Brasil, por terem sido humilhadas pelo o seu proprio povo, por falta de uma mão ajudadora na hora do aperto, na falta de solidariedade do seu proprio povo que aqui ja se encontra estabelecido e com isso a solidão invade o coração, a saudade da familia aumenta e a razão desaparece e o retorno é inevitavel.
    E para encerar: Eu tambem não retornaria. O Brasil que esta no meu coração e na minha mente, é o Brasil do Legião Urbana, o Brasil sem celular, sem internete, sem TV a cabo. É um Brasil do passado, é um "Brazil" com "Z".

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    1. Obrigado pelo comentário.
      Esse tipo de brasileiro que explora os conterrâneos aqui nos EUA é o pior tipo de gente que há na face da terra!
      Concordo com vc e não critico quem queira voltar. Como disse cada um sabe aondeo o calo aperta não é mesmo?

      O patriotismo que vc diz é o saudável, aquele que quer ver seu país melhorar, infelizmente o brasileiro, por natureza é individualista e põe a si e sua família acima do bem comum. Inclusive quem vai embora, pode ser um tipo de pensamento assim. Mas no meu caso, eu já não aguentava mais...estava muito deprimido!

      O patriotismo que é uma merda é o separatista. Este que os governos usam desde que o mundo é mundo para poder manipular as massas, é esse que diz que se vc mudar de país é traidor e desertor. Esse que eu me referi

      Abs!!

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  16. Renato, como é de costume, suas palavras são sempre sabias é bem colocadas.
    Eu e minha esposa nós identificamos 110% com suas colocações.
    Nos sentimos apátridas aqui no BRA e estamos nos preparando para ir embora para a FL.
    Aqui está cada vez pior, mais perigoso e com menos oportunidades.
    Tememos pela segurança e oportunidades de nosso pequeno filho que hoje possui 2 anos.
    Se tudo der certo, dentro de 3 anos queremos ir embora.
    Esperamos um dia poder conhecê-lo pessoalmente ai em ORL.
    Mais uma vez parabéns pelo blog !

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  17. Renato, como é de costume, suas palavras são sempre sabias é bem colocadas.
    Eu e minha esposa nós identificamos 110% com suas colocações.
    Nos sentimos apátridas aqui no BRA e estamos nos preparando para ir embora para a FL.
    Aqui está cada vez pior, mais perigoso e com menos oportunidades.
    Tememos pela segurança e oportunidades de nosso pequeno filho que hoje possui 2 anos.
    Se tudo der certo, dentro de 3 anos queremos ir embora.
    Esperamos um dia poder conhecê-lo pessoalmente ai em ORL.
    Mais uma vez parabéns pelo blog !

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  18. Ola Renato! faz tempo que não posto aqui. Muito tempo. Coisa de 1 ano ou mais. Viajei, fui ao Brasil e fiquei entre 2 cidades um tempo (Brasilia e Porto Alegre) e finalmente voltei para minha casa. Moro em Vancouver no Canada, ta lembrado? Bem, voltando ao post ,ate concordo com anónimo acima e li 2 vezes e acho que ele não escreveu para você e sim para o assunto do post. Olha, conheco muitos que moram nos USA, mas com dinheirinho que vem do Brasil. Seja de família, pai e mae ou de negócios mesmos. Ninguém vence a sonho americano fácil nao. Outra coisa, vc comentou uma vez que sua família eh de médicos ne? Entao, nunca vc pode se comparar com quem vem viver o sonho americano. Parece que vc tem curso superior ou mais de um, não eh?Outro fato. Isto ja te tira fora da estatistica sem pena. Acredito que vida eh uma so. Não existe 2 vidas iguais ou que almejam a mesma coisa, entao no meu caso eu estou aqui no Canada porque eu quero e graças ja estou na fase de escolher. Volto ao Brasil pque não fecho pontes e volto para ca e assim vai. Mas tem gente que não tem escolha, sabia? O Brasil ainda não virou Bagda com explosões a céu aberto e ainda não eh a maneira que falam por ai, viu? Eh muita fofoca , muita imprensa marrom, muito pânico e terror nas noticias. E saem falando sem verificar a real. Isto não eh verdade. Tem remédio para isto também, So colocar a mao na consciência e rever que a faculdade foi cursada la, o sucesso do estrangeiro se da pela vida que foi formada la, nossos pais são de la, amigos e familiares e time, gastronomia e ate maneira de ser. A grama do vizinho não eh mais verde, ela so foi tratada sem inveja. Sociedade mais civilizada onde? Nunca morei em favelas e nem periferias perigosas, mas trabalhei em comunidades pobres e encontrei pessoas maravilhosas. Aqui ja vi coisas mais perversas e cruéis. O pobre aqui eh folgado, quer viver recebendo pensão por isto e aquilo. Minorias como vc escreveu uma vez e são debochados. Tem vidinha pobrinha sim. Foi o tempo que casarões de filme eram coisa de rico, agora eh coisa de pobre mesmo que aluga basement e quartos.Tem gente que trabalha anos em survival jobs e com a pouca educação formal, não tem nunca uma vida nem perto de classe media no Brasil. Eles acham caro pagar um curso. Imigrantes fazem cursos, mas americanos nao.A sociedade aqui na America do norte não eh melhor do mundo. Vc pode comparar PIB, income tax e tal, mas não pode comparar pessoas como nacionalidade. Isto eh primário e infantil .Um beijo.

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    1. Concordo com vc! Acho que quem vive legalizado nos EUA vive uma vida completamente diferente de um imigrante ilegal. Um imigrante ilegal não tem direito a nada!! Se o cara ficar doente se prepara que a conta do hospital vai ser uma fortuna e ele vai ser obrigado a pagar. Fora que os ilegais estão sujeitos a todo tipo de exploração do seu próprio contarraneo (o que eu acho extremamente triste).

      Estou aqui a pocuo tempo e pq meu marido trabalha nos EUA, mas eu tenho que dizer que meu padrão de vida caiu muito do que eu tinha no Brasil. Faz parte do nosso status quo do brasileiro ter empregados dentro de casa (babás, faxineiras, empregadas domésticas) aqui isso não existe!!! Eu tenho que limpar minha casa, lavar minha roupa e cozinhar minha comida. Sim, tem a parte boa: moro num lugar super seguro, algumas coisas aqui são relativamente mais baratas que no Brasil, mas não dá para generealizar!

      Eu ri muito com essa parte: "Eu gosto de ir aos restaurantes de Orlando e sempre ser servido com um sorriso por um atendente americano." - no meu ponto de vista (e do meu marido que é gringo) o atendimento no Brasil é 100% melhor que aqui!

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    2. Oi Marilia
      Quanto tempo querida! Que bom que comentou.
      Então Marilia, embora tenha meu pai médico não tive ajuda alguma da família, tive que ralar mesmo. Mas eu sei que cada um tem uma história. No entanto, vejo que aqui, é mais fácil vencer na vida se alguém realmente quiser. O proprio IDH mostra isso. Quanto menor, mais difícil para alguém adquirir qualidade de vida.
      Olha, eu já fui em casa de gente pobre aqui, que nem dentes na boca tem. Mas tem carro automático (velho, logico), mora de aluguel em casa com a/c, lavadora, secadora, e tudo o mais. Pessoas que ganham 1200 dólares por mês em duas pessoas. O que um casal faz hoje no Brasil com 2400 reais?
      Um beijo!

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  19. olá
    Otimo post, só errou no titulo é opição

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  20. Oi Renato. Saudades... Faz um tempinho que eu não passava por aqui. Acho que se eu pudesse sair do Brasil, não iria ter problemas pois já nem tenho pais e como vc acho que nasci no pais errado. Fiquei pasma com o metrô de SP! Fiquei revoltada com a colocação do Brasil nessa tabela, tendo um PIB tão grande...Não tenho uma vida miserável mas ainda assim gostaria de me mandar daqui. O problema é que tenho sobrenome árabe(apesar de ser Cristã). Acho que o Tio Sam nunca vai me dar visto nem pra ir a passeio rsrsrs...Fiquei contente de ver que estás bem... e já com sua cazinha? Meu filho vai fazer o exame TOFEL na faculdade que ele estuda. Vc sabe se é o mesmo que vc fez? É faculdade federal mas achei esquisito pq não cobraram nada. Vc disse q o seu foi pago. Será q tem a mesma validade? Olha, os seus textos são muito bons; vê se escreve um livro. O título vc já tem rs... "UM BRASILEIRO NA TERRA DO TIO SAM". XX. Milca.

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    1. Obrigado Milca!
      Eu fiz o TOEFL no Brasil. O TOEFL é só um no mundo todo, pode ficar tranquila.
      Sim talvez escreva um livro um dia
      Bjs querida!

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    2. Nem tudo é tão ruim no Brasil, o exame TOEFL está sim sendo oferecido gratuitamente pelas Federais, conheço muita gente que poderia ter feito e não aproveita a oportunidade. Eu estou fazendo Mestrado em uma Universidade Federal, aproveitei e fiz a prova.

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  21. Olá Renato...meu nome é Any. Parabéns pelo seu Blog. Estou encantada com tudo o que li aqui...Moro no Rio de Janeiro com meu marido e filha de 7 anos. Decidimos que queremos comprar uma casa em Orlando ou Kisseme (vi que você é corretor e, de repente já podemos até negociar...kkkk...sério!) Sou Policial e meu marido também. Temos 2 imóveis aqui e decidimos que vamos vender um deles pra comprar um aí. Tenho o visto de turista que vale por 10 anos mas ainda não fomos aí nem pra passear. Daqui a 1 ano e 8 meses meu marido vai se aposentar e eu posso pedir uma licença e queremos ir morar aí. Ele terá sua renda de aposentado e eu também, o que nos dá uma maior segurança. Eu sou formada em Direito pela Universidade federal do Rio de Janeiro e ele em Educação física pela Universidade Federal Rural do RJ. Ele não pensa em estudar mais nada pois tem 51 anos e quer curtir apenas. Eu tenho 39 e posso fazer um curso aí pra ser Juris Doctor ou até mesmo outra coisa. Aqui, atualmente, exerço a profissão de policial civil e estudo para prestar concurso para delegada de polícia. Você sabe como faz pra ser policial aí? Enfim....sou até capaz de desistir dos concursos para ir embora. Pensei em estudar ingles aí para conseguir o visto de estudante. Não sei bem ainda. Não tenho ninguém aí para me dizer o que fazer e acabo procurando tudo na Net. Quero tentar de início o visto de estudante mas não tenho ideia se para mim seria mais fácil o visto de estudante para fazer Direito (equivalência) ou para fazer inglês? Preciso também matricular minha filha aí. Ela tem 7 anos e está no terceiro ano fundamental. Gostaria muito de pedir sua ajuda em relação a dicas. meu email é deltadike@gmail.com. Agradeço imensamente desde já. Abraços!

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    1. Oi Any
      Mande um email pra mim por favor renato@drimproperties.com
      Abração e obrigado pelos elogios!

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    2. Sai fora Renato. É fria...

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  22. Renato sensacional o seu relato.
    Desde a primeira vez que eu fui para os EUA..É nítida a diferença entre Brasil. O Brasil é bom...mas EUA é muito melhor. ..a população é RESPEITADA ...e isso se fala por si só.
    E esse fato me impulsiona a quer ir embora do Brasil..jamais esquecerei minhas origens. ..mas merecemos no mínimo respeito.
    Adorei o seu relato. ...Deus te abençoe a cada dia.
    Ps: amei Dexter e Annabel......
    Abraço
    Até o próximo relato

    ResponderExcluir
  23. Amei Renato.
    Acho que já li seu blog inteiro... toda semana eu entro...
    Concordo com 90% do que você fala, para não dizer 100%. heehe
    Parabens pela sua coragem e garra.
    Estou me preparando há 4 anos para morar fora, e sinto que a hora está chegando.
    Eu e meu noivo vamos para Seattle em breve. A mãe dele já mora lá.
    Agora estamos na fase de muita leitura, muitos emails, ligações e tentando coletar o maximo de experiencia de Brasileiros que moram nos EUA. Pois realmente não tem todo o caminho das pedras no site do Consulado. Apenas algo mais genérico.
    SUCESSO PARA VOCE

    Abs

    Andressa Meinhart

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  24. Olá Renato, tudo bem?

    Muito bom o post, gosto muito de ler seu blog.
    Realmente e infelizmente o Brasil vai de mau a pior, as leis só beneficiam os infratores, políticos roubam e nós a população honesta que acorda cedo para trabalhar que pagamos, estamos passando por crises e mais crises, nossa conta de energia elétrica não para de aumentar, a cada 2 meses é um aumento, infelizmente não vejo futuro no Brasil.
    Queria muito que meu pais fosse como os EUA, mas infelizmente não é.
    Bom deveríamos devolver o Brasil pros Índios e pedir desculpas.

    Obrigado por compartilhar uma parte de sua vida conosco

    Abraços

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  25. Renato eu concordo com quase tudo que vc escreveu e digo mais que a grande diferença de se morar nos Estados Unidos é que tanto o rico como o pobre tem os mesmos direitos enquanto que no Brasil a desigualdade social ,pobreza, miséria, desemprego, e violência somente cresce.A pessoa seja ela brasileiro, mexicano, africano tem que buscar aquilo que lhe faz bem seja dentro de seu país ou em outras fronteiras. Qual o problema de se expressar amor, admiração e até mesmo um certo patriotismo por outro país além do nosso???Quem não gosta de ter seus direitos respeitados,de ver diarista chegando pra limpar a casa do cliente dirigindo seu carro ou o patrão dividindo a mesa com o empregado?Quem não gosta de ser bem atendido da mesma maneira quando vc chega em um restaurante tanto de chinelo ou com um sapato de marca ?Onde vc ver isso acontecendo no Brasil???O povo brasileiro é caloroso,a comida é boa,as paisagens naturais belas , o samba eletrizante mas e os direitos dos cidadãos onde fica???É deprimente de se ver que em nosso país te roubam até pelo um par de tênis que a pessoa comprou e dividiu em várias prestações.Como senti orgulho de tudo isso?Parece que jogaram às traças o nosso Brasil,o seu Brasil, o Brasil de milhares de brasileiros e até mesmo de estrangeiros que adotaram o Brasil como sua casa . Como brasileiros sendo no Brasil ou em qualquer lugar do mundo que continuemos a acreditar que um dia nossa pátria mãe gentil vai acordar .

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    1. É...te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro, transformam um país inteiro num puteiro pois assim se ganha mais dinheiro...(Cazuza)
      Não é?
      Abs!!

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  26. Renato, bom dia.

    Simplesmente espetacular...não me resta dúvidas que este sentimento vai ao encontro do que muitos sentem por aqui...inclusive eu.

    Um grande abraço

    Antonio Bernardes

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  27. Olá Renato, acompanho o blog há muito tempo em razão do meu interesse de também morar em outro país.
    Sobre o post especificamente, eu particularmente não vejo qualquer problema na pessoa que busca a mudança de um país para se livrar dos graves problemas a que nós brasileiros estamos submetidos todos os dias. Também não acho que isso seja caso de deserção, traição ou abandono à pátria que tanto necessita de pessoas de bem e honestas dentro do seu território.
    Por outro lado, tenho desprezo por certos tipos de brasileiros que vão para os EUA com a intenção de viver e pensar como um norte-americano.
    Para que eu não seja mal compreendido, não quero dizer que sou contra a pessoa que, após se estabelecer em outro país, decida mergulhar na cultura e modo de vida daquele país objetivando adaptação, amizades, aprendizado e experiência de vida.
    Na verdade, sou contra aqueles que fazem isso buscando se desvencilhar do passado, de suas raízes estabelecidas na sua terra natal, forçando viver a vida e ter o mesmo pensamento de um típico norte-americano nativo.
    Como você disse no texto, por mais tempo que um brasileiro viva nos EUA, ele jamais terá a mesma cultura vivenciada por um norte-americano nativo, por mais que ele se esforce. O Brasil realmente nunca sai de dentro da gente, o que a gente viveu, o que aprendemos, valores que vieram da nossa família.
    Conheço alguns brasileiros que, após não medirem esforços para mudar para os EUA (através de práticas ilícitas, diga-se) conseguiram obter a cidadania americana. Fico abismado todo dia 4 de julho quando os vejo vestindo a camisa, enfeitando a casa, o carro, trocando a capa e a foto do Facebook: tudo com a bandeira dos EUA. Não medem esforços em mostrar para nós aqui do “terceiro mundo” quanto orgulho eles sentem de sua pátria estadunidense.
    Curioso notar que, quando moravam no Brasil, o nosso 7 de setembro e o 15 de novembro era tratado assim como infelizmente é por mim e pela esmagadora maioria dos brasileiros: um mero feriado para ir passar o fim de semana na praia ou no interior.
    Tenho pavor desse tipo de coisa, porque o brasileiro dificilmente irá compreender o que essa data significa para o americano nativo, que, ao contrário de nós brasileiros, foi doutrinado desde o berço que a independência do seu país se deu a duras penas, e foi importante para que levasse o país ao progresso que é hoje, inclusive mediante o sacrifício da vida de seus antepassados. Aliás, todos nós sabemos que boa parte da população americana acredita que os EUA devem estar no centro das decisões mundiais, ou seja, que o seu país deve guiar o resto do mundo, em todos os sentidos.
    Não posso acreditar que um brasileiro possa genuinamente compartilhar desse mesmo sentimento, sem que ocorra de maneira forjada, disfarçada.
    E outra: todos nós sabemos os problemas sociais que o nosso país enfrenta, como você citou. Mas tenho nojo do brasileiro imigrante que expõe esses problemas – inclusive para americanos – com aquela nítida intenção de desprezo, de pena de nós que não tivemos a mesma “sorte” daquele que hoje não enfrenta mais esses problemas nos EUA.
    Isso quer dizer que tais problemas não possam ser ditos? Claro que não. Podem, mas com sobriedade, com os pés no chão, sem querer desprezar o lugar de onde veio. Como li em algum lugar, a pessoa que muda de país troca um “pacote de problemas” por outro “pacote de problemas” existentes no país de destino. E tais problemas não são apenas relativos à temas como corrupção ou descaso de serviços públicos mas também envolvem questões de índole pessoal, como você citou também.
    Por fim, ressalto que, por mais que o brasileiro esteja adaptado em seu novo país, ele sabe que, se TUDO der errado e, por qualquer motivo, não puder mais permanecer por aí, ele sempre poderá voltar pra casa e ser acolhido. Parece besteira, mas muita gente esquece o quão profundo isso significa. A minha impressão é a de que, aí, o imigrante nunca será essencialmente visto e tratado como um nativo, por mais que se diga que não há preconceito nesse sentido.

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    1. Oi Rafael
      Muito bom seu comentário e explicação. Como eu disse, o Brasil não sai da gente e eu nem quero que saia. Todos os brasileiros que eu conheço, fazem festa quando o futebol do Brasil ganha, fazem comidas brasileiras, etc. Mas também comemoram os feriados americanos, halloween etc, também pelo fato de terem família e amigos americanos. Não vejo mal nisso, contato que, como você disse a pessoa não trepudie suas origens.
      Abraço querido!

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  28. Oi Renato. Nossa, tinha tempo que não entrava no seu blog, acho que desde que sai de licença maternidade. Agora retorno e me deparo com esse post, que é exatamente o que eu venho pensado ultimamente.
    Eu concordo em grande parte com vc, também não conseguiria mais morar no Brasil (moro na Austrália há 3 anos e meio). Só não concordo com a parte que vc fala da fluência da língua. Eu li o post do Márcio e entendo que ele quis dizer não como a questão de ser fluente ou não, mas sim de que vc nunca vai ser native speaker. Eu digo isso porque eu vim pra cá já com inglês fluente, trabalho como assistente jurídico num escritório de advocacia, o que demanda um inglês fluente, e mesmo assim sinto dificuldade até hoje. Claro que me expresso e entendo 100%, mas nunca vou ser native speaker, nunca vou deixar de ficar com dor de cabeça quando estou numa discussão jurídica, ou mesmo entre amigos australianos falando de forma mais informal e com gírias. Por mais que vc seja fluente numa língua, se não é sua língua mãe vc sempre vai ter mais dificuldade. Isso não me atrapalha pessoal nem profissionalmente, mas me incomoda sim, como o Márcio relatou.
    Quanto a saudade, eu costumava pensar que nem vc, que sinto saudades do Brasil mas é suportável e quando estou lá quero voltar pra cá. Isso até ter filho e ir pro Brasil com ele. Nossa, foi muito difícil voltar pra cá depois de todo o chamego da família, a ajuda pra cuidar dele, me parte o coracao pensar que a família não vai ve-lo crescer no dia a dia. Claro que ainda assim não penso em voltar porque sei que a qualidade de vida que tenho aqui seria impossível no Brasil, mas que ficou mais sofrida a distancia isso ficou.
    Vou tentar me atualizar no que perdi do seu ótimo blog.
    Abs,
    Denise

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    Respostas
    1. OI Denise
      Eu concordo com vc com relação ao relato do Márcio. Mas sabe que para algumas pessoas, que se casam com americanos e que não têm contato com o português (difícil hoje por causa da internet) elas tem dificuldade de se expressar em português.
      Já conheci várias asssim. Eu acho que no final vai depender de cada pessoa. Eu não tenho a mesma facilidade com o inglês como tenho com o português, depois que comecei a trabalhar com brasileiros, porque antes, quando minha vida toda era só girada entre os americanos, era o contrário, dava um trabalho danado pra falar portugues. Agora virou o contrário. Não tenho dificuldades grandes para falar em ingles, mas não sai tão natural como a língua mãe
      Abs!

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  29. Olá Renato. Você está certo. Quem me dera poder ir embora do Brasil com toda a minha família. Somos reféns do medo, da impunidade, da desonestidade, da falta de educação, da falta de respeito e por aí vai! A lista é muito grande. O Brasil tinha tudo para ser um grande país, se não fosse o povo que mora nele. Um abraço. Heloisa

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  30. Ameeeei seu Post!!! Super ponderado e verdadeiro.
    Cris

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  31. Renato, bom dia!
    Adorei seu blog...obrigada pelas informações e respostas...Aqui no Brasil está muito difícil. ..Moro em SP e nunca pensei em mudar do Brasil, mas já fazem dois anos que estou mudando de ideia e não eh por que não ame meu país , mas com as pessoas que estão no poder sem lei, sem estrutura, sem educação e sem vergonha fica muito difícil.
    Parabéns pela sua coragem e perceverança. Que Deus te abençoe sempre. Bj

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  32. Olá Renato ,tenho 30 anos,sou funcionario de um grande banco aqui no Brasil e tenho um cargo alto e salario muito bom,mas eu estou vendo uma situação que eu nunca vivi,estou extremamente sem esperança que a situação do Brasil vai melhorar,TUDO esta ruim,saude ,educação ,corupção, e principalmente estamos vivendo uma epidemia de violencia generalizada,meus pais que estão na faixa de 60 anos já viveream outras crises ,mas pra min é novidade porque bem ou mal o Brasil estava tendo melhorias (em conta-gotas)mais agora está um horror,estou vendo muitos jovens totalmente sem esperanças coisa que eu só tinha visto na Argentina,sinceramente nunca tive vontade de morar em outro país,mas até mesmo meus pais estão querendo ir embora daqui,e olha que não moramos em bairro pobre e sim em Copacabana,que esta tão violento que fico morrendo de vergonha quando algum turista é assaltado aqui na rua que moro!Sinceramente ,não tem como julgar quem não quer viver nesse país que esta parecendo que esta em guerra,quando fui a Orlando a 3 anos parecia que estava em uma cena de filme aonde tudo era limpo,bonito ,seguro e o cidadão tem seus direitos reipeitados!Tenho muito medo que o Brasil entre num buraco sem fundo e acabe virando um México ou uma Venezuela da vida. Abraços,André!

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  33. Cada caso é um caso. Devíamos, em vez de julgar os outros sem motivo, apenas ler e procurar extrair dali o que pode te acrescentar. Vemos muitas pessoas "reclamando e querendo ir embora". E por que agora não vemos o tanto de gente que veio de fora e ficou aqui no Brasil? Por que não perguntamos a eles por que não voltam para Europa, EUA, ou sei lá de onde vieram?

    Eu conheço uma família que foi pra Winter Garden tem duas semanas e vão ficar dois anos. O pai conseguiu visto de estudos para fazer inglês. A mãe vai ser dona de casa, cuidar das filhas crianças que vão estudar. E eles vão avaliar o que acontece... daqui 1 ano, ver como cada um se comporta, se gostou muito, se quer voltar. E eles viviam muito bem aqui, empregada, casa em condomínio, viagem pra Disney todo mês.

    Eu tenho tentado trabalhar as coisas pra me estressar menos aqui. Viajo de carro com frequência, então prefiro viajar à noite porque é muito mais vazio e tranquilo. Evito os horários de pico para não ter problemas com filas nos lugares.

    Tem muita gente que se acha o "reizinho", quer chegar na porta do restaurante sexta 8 da noite, quer que a vaga de estacionamento da porta esteja lá esperando ele, que o maitre esteja a seu dispor... Daí quando qualquer bobagem dá errado, aprontam um escândalo e começam:" Ai, quero ir embora daqui porque isso porque aquilo..."

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  34. Fala Renato

    Estou conhecendo seu blog hoje. É claro que vou fuçar nele todo depois com mais tempo, mas gostaria de parabenizá-lo por esse artigo. Eu já fiz intercâmbio nos EUA e muitas viagens por alguns estados. Tenho que concordar com tudo, é um país sensacional.

    Eu sou empresário e sobrevivo na cidade de SP. Sinceramente não aguento mais o Brasil. Em breve estarei me mudando ou para o Canadá ou para os EUA.

    Mais uma vez, parabéns pelo artigo, muito bem escrito. Ele é uma antítese ao artigo que escrevi há uns dias atrás no meu blog que é sobre engenharia pessoal. Caso se interesse.

    http://projetofreelifestyle.blogspot.com.br/2015/06/porque-voce-deve-considerar-sair-do.html

    Sucesso.


    Abs

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  35. Quanto mais laços o cara vai criando fora, mais fica a incerteza em relação a voltar pro Brasil!
    Tem outro fator também, eu acredito, que é a idade. Com o tempo vamos ficando cansado de esperar as coisas se ajustarem ao nosso gosto e procuramos aquilo que achamos ser o local ideal para viver.
    Não há nada de difícil em tomar a decisão de nunca voltar, embora isso possa ser repensado no futuro.
    Boa sorte!

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  36. Eu morei nos Estados Unidos fazendo um programa de intercâmbio e adorei este país. O meu intercâmbio em Noav York foi todo planejado com hospedagem, alimentação e atividades de lazer.O meu curso de inglês em Nova York foi pela manhã e à tarde eu sempre tinha tempo para conhecer os bairros da cidade. Valeu a pena e espero retornar a esta cidade multicultural. Eu estudei na escola Sprachcaffe bem perto do famoso prédio Empire State e foi muito fácil conhecer a cidade depois das aulas. Compartilho aqui a escola de idiomas onde estudei http://www.sprachcaffe.com/portuguese/main.htm

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  37. Ola Renato, meu nome é Samuel, vi seu video no youtube e vim conferir seu blog. Estou na mesma situação que a sua, 40 anos, desolado com a situação do Brasil, sem filhos, sem esposa, e pior... sem emprego, tomando coragem de vender meu apartamento e me aventurar nos USA, a forma que você fez foi muito boa. Você conseguiu cidadania? Se sim, como foi?

    Grande abraço,

    Samuel,

    ResponderExcluir
  38. Renato, parabéns pelo post. Você é um privilegiado!

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    Respostas
    1. Obrigado!
      A nossa condição é a gente que faz...e luta por ela!
      Abs

      Excluir
  39. Opa renato . Parabéns pelo seu post .De certa forma ele me incentivou axo que ainda mais a ir para o EUA. Começar vida nova com cultura nova, mais to pesquisando ainda e gostaria de saber qual dica e conselho , ja que vou sem ter nenhum amigo ai ainda ..
    Obrigado

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Leia o blog inteiro. Está repleto de "dicas e conselhos"
      Abs!

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  40. Boa noite Renato!
    Parabéns!!!!
    Voce um vencedor!!!
    Entrou nos Estados Unidos,como você mesmo disse,pela porta da frente.
    Abraço,
    Ana Maria R.Machado de Carvalho

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  41. Suas palavras me emocionaram! Vc disse tudo q eu penso desse Brasil! Moro aqui mas me sinto um estranho! Em breve em fé em Deus estarei em Boston! Vc deveria virar escritor...vc escreve muito bem!

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  42. Fiquei emocionada com o texto. Principalmente pela parte em que diz: estude, trabalhe, aprenda línguas... e se mesmo assim sentir que o país não te pertence, mude.
    Triste hj poder afirmar que fiz um tudo para me sentir bem aqui, mas continuo com medo de ser sequestrada na esquina. Continuo com raiva das pessoas que dão um jeitinho em tudo. Continuo frustrada por ser correta e julgada por isso...

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    Respostas
    1. Lu
      Procure o que for melhor pra vc. Rompa com as fronteiras! Voe alto!!
      Bjs

      Excluir

Etiqueta cai bem em qualquer lugar, até na internet. Seja educado ao comentar e perguntar. Olá..., meu nome é..., por favor e obrigado são palavras que ainda estão em uso e mostram cordialidade. Afinal, o blog não é balcão de informações de shopping e embora eu esclareça as dúvidas de todos de bom grado, não ganho nada para isso.
Obrigado por comentar e abração!

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